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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Portugal. 25 de Abril. O QUE DISSE MARCELO



Marcelo frisa que tem mandato mais longo e sufragado

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, frisou hoje que o seu mandato é, por natureza, "mais longo e mais sufragado do que os mandatos partidários", salientando que "não depende de eleições intercalares".

O chefe de Estado fez esta afirmação quando analisava as atuais circunstâncias políticas, defendendo que o país precisa de estabilidade, na parte final do seu discurso na sessão solene comemorativa do 25 de Abril, na Assembleia da República.

Marcelo Rebelo de Sousa questionou se Portugal vai "prosseguir em clima de campanha eleitoral", se "os consensos setoriais de regime são impossíveis" e se "a unidade essencial entre os portugueses é questionada".

Depois, afirmou: "A resposta a estas três questões só pode ser negativa para os portugueses e, em particular, para o Presidente da República, cujo mandato nacional é, por sua própria natureza, mais longo e mais sufragado do que os mandatos partidários. E não depende de eleições intercalares".

Lusa, em Notícias ao Minuto

Marcelo identifica dois modelos de Governo, mas pede unidade

O Presidente da República considerou hoje que há neste momento dois modelos alternativos de governação, aconselhando cada um a demonstrar humildade e competência, mas defendeu que tem de haver unidade no essencial.

No seu primeiro discurso do 25 de Abril, que no final recebeu palmas vindas de todas as bancadas e foi aplaudido de pé por PSD, PS e CDS-PP, Marcelo Rebelo de Sousa voltou a apontar a saúde como uma área de fácil convergência.

O chefe de Estado reafirmou que esse poderá ser "um primeiro passo" para "consensos setoriais de regime" noutros domínios como o sistema político, o sistema financeiro, a justiça ou a segurança social.

O Presidente da República declarou que, "felizmente, quanto aos grandes objetivos nacionais, há um larguíssimo acordo entre os portugueses", acrescentando: "Felizmente também, há no nosso país, neste momento, dois caminhos muito bem definidos e diferenciados quanto à governação, ao modo de se atingir as metas nacionais".

Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, "cada um desses caminhos é plural, mas querendo ser alternativo ao outro" e tem "lideranças e propostas próprias, clarificação esta muito salutar e fecunda".

"A democracia faz-se de pluralismo, de debate, de alternativa. Assim, quem se pretenda alternativa, de um lado e de outro, demonstre, em permanência, a humildade e a competência para tanto", aconselhou.

Lusa, em Notícias ao Minuto

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