sábado, 26 de novembro de 2016

BATOTA NAS ELEIÇÕES DOS EUA? SE QUEREM SABER TÊM DE PAGAR A RECONTAGEM DOS VOTOS



Não é a primeira vez que os resultados eleitorais nos EUA são manipulados. Podemos e devemos recordar que George W. Bush tomou posse como presidente eleito mas ficaram sempre as dúvidas sobre a legitimidade daquela tomada de posse devido a “confusões eleitorais” que para muitos cidadãos dos EUA e por todo o mundo foi uma estratégia para roubarem a presidência a Al Gore.

Também nestas últimas eleições existem dúvidas e suspeitas de fraudes no estado do Wisconsin. Para desvendar o “mistério” avançou a candidata eleitoral perdedora Jill Stein. Ela com os seus apoiantes reuniram a quantia exigida para a recontagem dos votos. 

Está demonstrado que os EUA são uma estranha democracia em que quando há dúvidas e suspeitas fundamentadas de fraude eleitoral são os que põem em causa a legitimidade dos resultados eleitorais a ter de arcar com a despesa da recontagem dos votos. Têm de pagar para ficarem a saber se houve ou não batota eleitoral… (PG)

Recontagem dos votos pedida no Estado do Wisconsin

A candidata às presidenciais nos Estados Unidos, Jill Stein, pediu a recontagem dos votos no Estado do Wisconsin.

A ex-candidata presidencial às eleições norte-americanas Jill Stein já preencheu as condições necessárias para se realizar a recontagem dos votos no Estado do Wisconsin.

O administrador da comissão estadual para as Eleições, Mike Haas, disse que o pedido foi apresentado antes do prazo limite, que terminava esta sexta-feira.

A estrutura de campanha de Stein tem estado a recolher dinheiro, através da Internet, para suportar os custos da recontagem nos Estados do Wisconsin, Michigan e Pensilvânia.
Stein afirmou que quer tornar claro que os resultados nestes Estados não sofreram interferências de piratas informáticos.

As leis do Wisconsin determinam que o Estado faça a recontagem a pedido de um candidato, se este ou esta a puder pagar. Para isso a campanha já recolheu 5,2 milhões de dólares (4,9 milhões de euros).

De acordo com a campanha de Jill Stein, existem provas "convincentes" de "anomalias" na votação nestes três Estados e, por isso, é necessário verificar os resultados dos condados que dependem de máquinas de voto eletrónico.

Lusa em TSF

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