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sábado, 6 de maio de 2017

A MERCENÁRIA NA TSF & OUTRAS COISAS ILIMITADAS


Ao sábado também há Curto, do Expresso. Bem podia vir em mangas de camisa (porque fato de macaco é para a plebe) ao menos isso. Mas não, vem de fatinho (sem gravata). Bravatas, isso é sobre o tema da vinda do Papa Francico à Fátima. Aquela senhora nacionalizada em 1917, que desceu do céu e aterrou sobre uma azinheira sem fazer um arranhão. Os pastorinhos, que estavam à sombra da dita árvore, provavelmente à espera do Zeca Afonso com o Grândola Vila Morena, testemunharam. Eram três e dali saiu azar para dois, morreram ainda infantes. Sobrou Lúcia, a mais velha das testemunhas em 13 de Maio desse 1917. Antes que o azar também se manifestasse nela refugiou-se conventualmente. Oh, pois. Por lá ficou, reclusa. Saiu em liberdades precárias, esporadicamente. Sobre Fátima era segredo. Não falava. Esse voto de silêncio de nada serviu, porque havia os que falavam e até inventavam. Passados tantos anos ainda resta uma porta para a invenção (existem os que chamam mentiras), o terceiro segredo lá da zona, de Fátima. Que o mundo vai acabar, que vem aí a guerra global com o nuclear e bum! Pois. Isso também sabemos nós, vulgos lorpas sem segredos. Um dia surgem uns quantos malucos e lá vai disto. Além do mais este mundo acaba todos os dias para milhentos de nós. Aqueles que morrem fazem parte do fim do mundo (para eles). Pois. Mas basta, por agora. Não se infira que daqui estamos a desrespeitar os crentes, nada disso. Estamos só a divulgar a nossa visão daquela negociata que é Fátima. Para outros não é assim. Está bem. Sejam muito felizes e tenham muita saúde, sorte e dinheiro para pagar os impostos com alcavalas para sustentarmos os faustos de milhentos parasitas que aterraram na política e ilhargas. Tipos incapazes de aterrar sobre azinheiras com medo de se arranharem. Cobardolas. Deviam era ter aterrado sobre catos, silvas, roseiras, cardos e urtigas. Raios os partam.

Agora por isso (dos raios) veio à lembrança a senhora Maria Luísa Albuquerque. Uma que não foi nacionalizada (não é nossa... senhora) mas que nos nacionalizou estritamente para si e nos trata como seus. Sim, essa que foi ministra do esbulho a que chamam finanças.

Diz ela, senhora de quem nós fomos, a patroa, que “"Não me chocaria que a CGD fosse privatizada", disse na TSF em entrevista. Tem aqui o link, pode saber mais por essa via. Resta dizer que a muitos de nós também não choca nadinha que ela pense assim. Uma mercenária como ela está sempre de pernas abertas para vender o que pertence a todos os outros e não só a ela ou ao partido que diz representar enquanto vice-presidente. Aliás, ela e Passos são como os Dupont, se um diz mata o outro(a) diz esfola. É um dito vulgaríssimo, sabemos, mas que querem, aqui não há daqueles que compraram ou ofereceram-lhes canudos de dótores. São da mula ruça… mas dizem-se e chamam-lhes doutores. Por cá simplificamos: são dótores. Antes do 25 de Abril de 1974 era muito bom pertencer à Mocidade Portuguesa, à Legião, à PIDE, à União Nacional, etc. Era um passo para o canudo, do estilo dos prémios que saíam no OMO e no TIDE (detergentes), atualmente e já há uns anos atrás o que está a dar é fazer parte dos partidos políticos do “Arco da Governação”. E até parece que o PSD nisso é campeão. Pois, OMO lava mais laranja. Apesar do TIDE lavar mais rosa. O que vai dar no mesmo. Pois.

Região de Lisboa. Por aqui chove. Não vai dar para fim-de-semana de praia. Ora, mas vai dar para jogar ao pau com os ursos. Bom dia, fique com o Curto da ordem. Leia o que Martim Silva nos traz, com fato mas sem gravata (pelo menos na foto do Expresso) Do que trata o Curto? Ora, ora, isso é surpresa. Saberá se continuar a ler.

MM | PG

Bom dia, este é o seu Expresso Curto 

Martim Silva | Expresso

Papa e Fátima, baleia azul, eleições em França (o melhor do Expresso)

Bom dia,

Este sábado faz três anos que o Expresso Diário nasceu (já vamos em mais de 860 edições). Falta um dia para percebermos se depois da Holanda também a França vai conseguir impedir a chegada da extrema-direita ao poder. E falta pouco menos de uma semana para a visita do Papa Francisco a Fátima, pelos 100 anos das aparições (ou visões).

Aqui lhe deixo um resumo do que melhor conseguimos produzir para si, caro leitor, esta semana.

Começo precisamente pelo conjunto extenso de trabalhos à volta de Fátima e do Papa. Na Revista do Expresso, com o chapéu "Fátima, religião e poder", temos dois textos que abordam a relação do poder político com o fenómeno de Fátima ao longo dos tempos. E a relação da própria Igreja Católica com Fátima e a forma como foi evoluindo.

O primeiro dos trabalhos é da autoria de Tolentino Mendonça e Alfredo Teixeira. O segundo é do jornalista António Marujo.

No primeiro caderno, temos também uma grande entrevista a um dos maiores teólogos da atualidade, o galego Torres Queiruga, em que este fala longamente da ressurreição, do mal e do papel do Papa Francisco, que na sua opinião se aproxima mais da linha do Concílio Vaticano II que os seus antecessores. Francisco é "um autêntico milagre do espírito".

Sobre o mesmo tema temos ainda textos, como dizê-lo, mais 'terrenos'. Apresentamos um guia infográfico o mais completo possível sobre como vão ser as cerca de 23 horas do Papa Francisco em Portugal (onde aterra, qual o percurso, quem o acompanha, onde dorme, o que faz, etc), qual a melhor forma de lá chegar ou, se viajar para sul ou para norte ou de norte para sul, de evitar os constrangimentos de trânsito. Ou ainda sobre o que pode ver na televisão entre sexta e sábado.

Falamos ainda de todos os preparativos de segurança para a visita papal e dos receios que a utilização indevida de drones ou de camiões tir (à semelhança de ataques terroristas recentes na Europa) representam.

E contamos como o governo quer fazer dos caminhos de Fátima mais um motivo para atrair turistas para o nosso país.

Finalmente, fomos ouvir os agentes policiais que em 1982 protegeram e ajudaram a salvar a vida do Papa João Paulo II, quando na visita a Fátima foi atacado pelo padre Krohn.


Assunto dos últimos dias tem sido o 'baleia azul', jogo na internet que leva os jovens a cumprir um conjunto perigoso de desafios. Fomos escavar o assunto e ficámos a perceber que apesar deste jogo, que pode levar os jovens a mutilarem-se ou bem pior, ter pouca implantação em Portugal, essa é apenas a ponta de um icebergue. Um icebergue que é o aumento preocupante nos últimos anos da praticação de automutilação entre os jovens portugueses. No maior departamento de pedopsiquiatria do país, no Hospital Dona Estefânia, fala-se mesmo em "epidemia". Falámos com especialistas, mostramos o que está a ser feito para combater o fenómeno e ainda damos dicas e conselhos aos pais para conseguirem detectar e combater estas situações.

Imperdível é o trabalho da Clara Ferreira Alves. Em "O'Neill e os atacadores da língua", ela escreve a propósito da edição da obra poética completa de Alexandre O'Neill. Para ler (e ver as fotos de Fernando Lemos) na Revista desta semana.

Também na Revista, e pela pena de José Pedro Castanheira, a evocação de Nuno Brederode Santos, antigo colunista do Expresso falecido na última semana. O texto chama-se "A inteligência na política".

A caminho das mais importantes eleições do ano na Europa - é já amanhã a segunda volta das eleições presidenciais em França - quero destacar o conjunto de artigos de opinião (além das reportagens no terreno do nosso correspondente Daniel Ribeiro) sobre o duelo Macron-Le Pen.

Pedro Santos Guerreiro: Olha, votam no liberal
Ricardo Costa: A esquerda deve agradecer a Macron
Miguel Sousa Tavares: Onde é que eu já vi isto?
Henrique Monteiro: O que faz de Le Pen banal?
Daniel Oliveira: Da alternância à unificação
Pedro Adâo e Silva: Le Pen já ganhou
Miguel Monjardino: Pancrácio em Paris

Boas leituras e até para a semana

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