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quinta-feira, 18 de maio de 2017

PORTUGAL À SOMBRA DE AMBIGUIDADES AINDA NÃO ULTRAPASSADAS – VI


Martinho Júnior | Luanda 

Em saudação aos 60 anos do MPLA, aos 52 anos da passagem do Che por África e aos 43 anos do 25 de Abril… e assinalando os 50 anos do início do “Exercício ALCORA” e os 50 anos do início da Guerra do Biafra. 

11- A classe política portuguesa, uma parte substancial da qual fez uma transição pacífica do fascismo-colonialismo para a actual democracia representativa, (à notável excepção do Partido Comunista Português), trouxe via “ala liberal”, para os partidos do “arco de governação”, eminentemente social-democratas (actualmente PSD, CDS e franjas até agora decisivas do PS), muito do carácter do Estado Novo, garantindo com isso a sobrevivência da superestrutura ideológica nos termos do interesse do “Le Cercle”, da NATO e por tabela do USAFRICOM, neste caso com os salvados das “redes stay behind”, adaptadas à fluidez própria dos termos da hegemonia unipolar (“cristã ocidental”) imbuída da nuvem “soft power” ao sabor das capacidades de inteligência económica.

A ideologia da “civilização cristã ocidental”, que vem desde os tempos das cruzadas, mantém-se nas alas mais ultraconservadoras da social-democracia “representativa”, intimamente associada às classes mais privilegiadas, vassalas da hegemonia unipolar e o “milagre de Fátima”, que hoje perfaz 100 anos, contribui para a sua “sustentabilidade”, por que faz parte do ambiente sócio-politico de seu interesse por que é parte do húmus com que se sustenta.

A articulação “Fátima, fado e futebol” continua em vigor, estimulada entre outros pela “media” de Francisco Pinto Balsemão, ao serviço do Bilderberg, um “cristão” com um trajecto esclarecedor: da “ala liberal” da União Nacional do Estado Novo, ao Partido Social Democrata e a representante do Bilderberg em Portugal…

Também não é por acaso que Francisco Pinto Balsemão deseja que Durão Barroso o substitua nos encargos ao nível do Bilderbergl

A ambiguidade à portuguesa tornou-se típica desde as guerras napoleónicas, o que implicava quase sempre modelos como autênticos “iceberg”: com a parte visível acima da linha de água de diminuta proporção em relação à parte escondida, uma condição indispensável para o exercício das promiscuidades, ambiguidades e ingerências.

Todas as articulações de vassalagem são “icebergs”, por vezes com os interesses portugueses a recolher migalhas do grande bolo capitalista onde se inseriram, enquanto “fiéis” vassalos, salvo raras excepções, perceptíveis com o PCP.

Desde que se iniciaram os passos no sentido de estabelecer o Exercício ALCORA, que a ponta visível do colonialismo português escondeu ciosamente a parte abaixo da linha de água que tinha (e ainda tem) que ver com a preponderância geoestratégica do “apartheid”, na sua fluência integrando as contradições das linhas elitistas de pensamento e acção em África, no seguimento das pistas de Cecil John Rhodes, Oppenheimer e, por arrasto, até do tandem Nelson Mandela e Thabo M´Beki!...

A presença bóer em Angola, um antecedente que se ligava a famílias importantes na África do Sul, fez parte da cultura de silêncio em relação à história e ao próprio Exercício ALCORA.

Por seu turno, o Exercício ALCORA foi mantido tão secreto quanto o possível enquanto durou o Estado Novo, mas em Portugal passou “por osmose para os encargos da social-democracia construída a partir do 25 de Novembro de 1975 nos seus vínculos mais profundos, permitindo enlaces das mais diversas entidades colectivas e individuais dos portugueses social-democratas com os vínculos construídos na base da preponderância geoestratégica do “apartheid”, o que se fez sentir nos relacionamentos ambíguos dos governos portugueses para com Angola e Moçambique muito em especial, até ao fim daquele regime na África do Sul e mesmo depois, até aos nossos dias (tanto no quadro do choque como no da terapia neoliberal), com uma “charneira excepcional” ao nível do Acordo de Bicesse.

O Plano do Cunene resulta dum conjunto de derivas históricas e com sentido antropológico, com expressão e desenvolvimentos sobretudo desde o os fins do século XIX, princípios do século XX, ainda não se tinham extinto as guerras de resistência africanas à penetração colonial portuguesa em Angola.

O historiador René Pélissier em “História das Campanhas em Angola, resistência e revoltas (1845/1941 – IIº volume”, pag. 144/145, dá relativa conta disso, em relação à consolidação do domínio da margem direita do curso intermédio da Bacia do Cunene, que foi indispensável para a progressão do colonialismo português para sul e para o leste:

“OS BÓERES"

Para os portugueses, a ameaça que pendia sobre o Cunene não provinha dessas poucas dezenas de brancos que andavam a correr atrás dos elefantes, mas sim de um trek bóer que pelo menos desde Agosto de 1878 negociava com o Cônsul-Geral de Portugal no Cabo a sua instalação na Huila.

Esses homens duros e que tinham passado por cruéis provações (já tinham perdido 300 pessoas por doença, exaustão, ou ferimentos), procuravam a 21 de Agosto de 1879 entrar em contacto com os portugueses no Humbe.

O soba do Humbe, Chaungo (Chahongolo), sabia o que fazia ao recusar-se a pôr em contacto os dois grupos de brancos; mas cometeu o erro de atacar uma delegação bóer.

Os bóeres voltaram a 25 de Agosto e arrasaram a libata do soba, que puseram em fuga, matando-lhe 25 pessoas.

Chaungo pediu então a intercessão dos comerciantes portugueses.

O governador de Moçâmedes, que só foi informado do caso seis meses depois, apressou-se em Fevereiro de 1880 a convidar os bóeres que tinham ficado a sul do Cunene, para que fossem instalar-se no planalto”…

Uma das famílias bóeres, a família Botha, teve entidades ligadas quer à conquista do Sudoeste Africano durante a Iª Guerra Mundial, quer mais tarde durante o “apartheid” e à frente desses desígnios (“border war”).

Nesse domínio a integração dos bóeres particularmente na Humpata e na Chibia, haveria de ser providencial para as campanhas de conquista do território por parte do colonialismo e contra a resistência dos reinos a sul e sudeste, a partir da margem esquerda do rio Cunene, uma linha natural que marcou a primeira etapa da ocupação num planalto que detinha algumas das melhores terras do país e onde a água era extraordinariamente abundante.

Os bóeres fizeram tudo para ficar, inclusive participando activamente nas campanhas coloniais de conquista do interior (sul e leste), pois entre eles e a sua origem, havia os desertos do Kalahari e do Namibe, onde eles não queriam regressar.

Os seus carros de bois foram os transportes das expedições antes da chegada dos primeiros camiões em 1915.

Só entre 1925 e 1928, em resultado do Sudoeste Africano ter sido tomado pela África do Sul, uma parte deles migrou com seus carros, desta feita na direcção sul, instalando-se nos despovoados planaltos namibianos e tirando partido do “trabalho” executado pelos alemães enquanto estiveram à frente da sua colónia: os genocídios herero e dâmara.

Durante a Iª Guerra Mundial, alguns deles integraram as forças portugueses que fizeram frente aos alemães do Sudoeste Africano e, após a independência de Angola, aos poucos dos seus herdeiros no planalto da Huila tiveram sorte distinta, com uma uns poucos da nova geração a integrar as fileiras do MPLA e outra parte do lado da UNITA (as redes do ELP e da FUA, tiveram alguma expressão no Lubango), sincronizados duma forma ou outra com o “apartheid” e a fase inicial da sua “border war”, com a ocorrência da independência de Angola…

No início do século XX, tendo sido decisiva a derrota alemã no Sudoeste Africano, só assim o colonialismo português se conseguiu expandir para sul e leste, derrotando todas as resistências dos sobas e reis angolanos, a mais célebre das quais foi a do rei Mandume, na região cuanhama-ovambolândia.

Quer dizer: graças à vitória do general bóer Louis Botha no Sudoeste Africano que o colonialismo português, livre da pressão alemã que os haviam derrotado no Cuangar e em Naulila consegue derrotar o rei Mandume em Môngua, conjugando esforços com a pressão dos sul-africanos sobre a Ovambolândia e o Cuanhama e expandir o domínio finalmente para dentro das “terras do fim do mundo”.

A saga da progressiva hegemonia sul-africana sobre o colonialismo português não havia terminado: começou imperceptível e modestamente com a “Dorsland Trek” (migração bóer ao nível dumas centenas de famílias em direcção às ricas terras do planalto da Huíla), diminui sensivelmente quando algumas dessas famílias, com a vitória do general Louis Botha no Sudoeste, resolveram sair da Huíla e implantar-se no Sudoeste Africano (Namíbia), no rescaldo do genocídio dos hereros e dos namacuas, incrementou-se finalmente desde quando eclodiu a Luta de Libertação em Angola, o que implicou na hegemonia do “apartheid” entre 1967 e 1974 a sul do CFB, conforme a progressão do Exercício ALCORA e com os portugueses avassalados pelo poderio duma pujante África do Sul, vitoriosa nos procedimentos capitalistas eminentemente anglo-saxónicos e elitistas da Revolução Industrial.


A ocupação do território foi garantida com o Plano do Cunene a oeste, pelo que outros planos serviram aos portugueses: no planalto central e a sul do CFB, com a Operação Madeira e a leste com a intervenção no Cuando Cubango e sul do Moxico, em estreita conexão com o “apartheid” e seu poderio em termos de inteligência e domínio militar do amplo espaço aéreo.

Todas essas componentes foram importantes não só durante o Exercício ALCORA, mas também depois durante a “border war” até 1991, por que com o 25 de Abril foi trasladada em muitas das suas linhas e condutas em benefício do “apartheid”, o que motivava as “redes stay behind”portuguesas na região, influenciando inclusive nas linhas de conduta de relacionamento dos governos portugueses do 25 de Novembro não só enquanto durou o “apartheid”, mas até aos nossos dias!

12- A passagem da linha progressista informal do vínculo Dar es Salam – Lago Tanganika – Brazzaville para a Linha da Frente contra o “apartheid” demorou um pouco mais de duas décadas e só se tornaria decisiva em termos de vitória contra o “apartheid” com o esforço angolano e seus aliados na batalha do Cuito Cuanavale, já na segunda metade da década de 80 do século XX.

As Forças Armadas Revolucionárias de Cuba tiveram um papel geo estratégico extremamente sensível no desenrolar dessa batalha, mas os governos portugueses do após 25 de Novembro não só não o reconhecem, ou reconhecem de forma nada enfática a vitória angolana na batalha do Cuito Cuanavale, como fizeram tudo para “capitalizar” suas relações dormentes, que haviam sido avassaladas com o Exercício ALCORA, a fim de dar abertura em Bicesse ao impacto do capitalismo neoliberal em Angola, aproveitando o desaparecimento dos aliados naturais do embrião de socialismo que se havia constituído em Angola.

A maior parte dos analistas da história portugueses, ideologicamente “vulneráveis” à “civilização cristã ocidental” em conformidade com as doutrinas da NATO, segue esse percurso em termos de opção de abordagem, encarando tudo no quadro da “luta contra o comunismo”, ou duma visão, até à exaustão, nos termos da “Guerra Fria”, um percurso carregado de ambiguidade e promiscuidade desde logo em relação à vassalagem envergonhada para com o “apartheid”, como de voluntária subserviência em relação à NATO e USAFRICOM.

O Comandante Fidel, no seguimento da experiência comum com o Che e os enlaces com dirigentes ao nível de Amílcar Cabral, Agostinho Neto, Samora Machel e alguns dos seus respectivos seguidores, fez a leitura correcta do significado dum relacionamento como o do Exercício ALCORA, muito embora ele continuasse secreto depois do 25 de Novembro de 1975, precisamente por que ele estava expresso na “border war”, quando os portugueses deveriam ter perdido a vergonha e denunciá-lo, o que nunca fizeram!

Terá sido por acaso que Cuba inteligentemente manteve Embaixadas abertas em Lisboa e em Madrid enquanto durou o fascismo na Península Ibérica e, por maioria de razão depois?

As forças progressistas tendo as FAPLA como fulcro, conseguiram parar o “apartheid” e Savimbi no triângulo do Tumpo, no Cuito Cuanavale, para depois passar à ofensiva precisamente na área mais crítica do Plano Cunene (e do Exercício ALCORA), o seu curso médio até à fronteira com a Namíbia, na província do Cunene, como se assim se salvasse a honra de heróis como Mandume, menos dum século depois de sua derrota e morte a 6 de Fevereiro de 1917, fez agora cem anos e cerca de 20 anos depois da aliança secreta entre Salazar e os Botha!

O eixo da ofensiva progressista a oeste do campo de batalha do Cuito Cuanavale, progrediu na via Cahama-Xangongo-Calueque-N´Giva, com o “apartheid” a perder terreno, a perder o domínio do espaço aéreo, a perder homens e material e a ser “encostado às cordas”, uma vez que as confrontações seguir-se-iam imediatamente para dentro de território sob seu domínio ilegal e não reconhecido pela ONU: a Namíbia.

Piero Gleijeses publicou o que os “analistas” social-democratas portugueses, imbuídos da ideologia “cristã ocidental”, nunca quiseram ouvir depois do 25 de Novembro de 1975:

“A grande pergunta era –  deter-se-iam os cubanos na fronteira?

Para obter uma resposta a esta pergunta Crocker procurou Risquet.

Tem Cuba a intenção de deter o seu avanço na fronteira entre a Namíbia e Angola?

Risquet respondeu – se eu lhe dissesse que não se vão deter estaria a proferir uma ameaça. Se eu lhe dissesse que se vão deter estaria a dar-lhe um meprobamato e eu nem quero ameaçar nem quero dar-lhe um calmante... o que disse é que só os acordos sobre a independência da Namíbia podem dar as garantias.

No dia seguinte, 27 de Junho de 1988, MIGs cubanos atacaram posições das SADF junto à barragem de Calueque, onze quilómetros a norte da fronteira da Namíbia.

A CIA informou – a maneira exitosa com que Cuba utilizou sua força aérea e a aparente debilidade das defesas antiaéreas de Pretória sublinhavam o facto de que Havana havia conseguido a superioridade aérea no sul de Angola e no norte da Namíbia.

Umas poucas horas depois deste ataque com êxito dos cubanos, as SADF destruíram uma ponte próxima a Calueque, sobre o Rio Cunene.

Destruíram-na – opinou a CIA – para dificultar às tropas cubanas e angolanas o cruzamento da fronteira com a Namíbia e para reduzir o número de posições que devem defender.

O perigo de um avanço cubano sobre a Namíbia nunca antes havia parecido tão real.

Os últimos soldados sul-africanos saíram de Angola a 30 de Agosto, quando os negociadores nem sequer haviam começado a discutir o cronograma da retirada cubana de Angola”…

O Comandante Fidel, o Presidente José Eduardo dos Santos e Sam Nujoma, demonstraram na ampla batalha do Cuito Cuanavale a leitura exemplar que fizeram da história do colonialismo português em Angola, com os seus enlaces “providenciais”, os Botha e Savimbi, interpretando e avaliando o peso do “território ALCORA” (mesmo que desconhecessem esse acordo secreto), por que o “apartheid” o havia adaptado aos conceitos herdados pelo quadro da “border war”.

Por essa razão o golpe em Calueque, não foi uma vitória táctica, antes uma decisiva vitória geoestratégica, um ponto de não retorno, que duma assentada vencia “apartheid” e muitas das sequelas coloniais, pelo que o Triângulo de Tumpo por si, sendo importante tacticamente, só com Calueque pode ser valorizado de acordo com essa ampla geoestratégia: a batalha do Cuito Cuanavale que ocorreu no antigo “território ALCORA”, base do conceito da “border war” do“apartheid” contra Angola e a Linha da Frente.

A batalha do Cuito Cuanavale sintomaticamente estendeu-se por toda a imensa região a sul do CFB e particularmente em vastas áreas entre o rio Cunene e o rio Cuando, precisamente sobre o que havia sido “território ALCORA” em solo angolano, o que reforça o sentido “sucedâneo” dos acontecimentos!

O ataque Cahama-Xangongo-Calueque-N’Giva, correu os terrenos das antigas batalhas dos portugueses, como por exemplo Naulila, Môngua e Ehole, menos de 80 anos depois.

Se antes (entre 1967 e 1975) esse território era geoestrategicamente importante para a internacional fascista em função da hegemonia do “apartheid” integrando o papel de vassalagem do colonialismo português e de Savimbi (conforme às alianças secretas estabelecidas entre uns e outros), mais tarde, entre 1981 e 1988, foi importante para os países da Linha da Frente e seus aliados cubanos que integravam a luta desde a linha da frente progressista e informal constituída pelo Comandante Che Guevara em 1965, derrotarem de forma categórica o “apartheid” na África Austral.

As FAPLA, o “Peoples Liberation Army of Namibia” (PLAN, braço armado da SWAPO) e as“Fuerzas Armadas Revolucionárias” de Cuba, alcançaram no terreno o seu objectivo de luta irmanada ao ANC e à Libertação de Moçambique e Zimbabwe: assim foram proclamadas as independências da Namíbia e do Zimbabwe e o desmantelamento do “apartheid” com o início do sistema democrático representativo na África do Sul.

Nem mesmo assim os portugueses tornaram público, denunciando e condenando, o Exercício ALCORA.

Da sua vassalagem à hegemonia do “apartheid” em tempo do Estado Novo, reservavam para si a continuidade do seu papel “adormecido” e subserviente no âmbito do capitalismo neoliberal, com um “marco” sensível em Bicesse (31 de Maio de 1991), menos de três anos depois dos acordos de Nova-York (22 de Dezembro de 1988)!

O “apartheid”, perdendo militarmente, não pôs fim à ambiguidade, à promiscuidade, à vassalagem e aos enredos secretos portugueses decorrentes do Exercício ALCORA, que também teriam em parte perdido, se não se estivesse no fim a Guerra Fria e o capitalismo neoliberal vitorioso dela não repescasse Lisboa para estimular os termos do Acordo de Bicesse…

A tradicional vassalagem portuguesa servia para um novo reaproveitamento!

A consultar de Martinho Júnior:
Eleições na letargia duma colónia periférica – http://paginaglobal.blogspot.com/2013/10/eleicoes-na-letargia-duma-colonia.html
Programa soft power da CIA contra Angola, passa por Portugal – http://paginaglobal.blogspot.com/2017/01/programa-soft-power-da-cia-contra.html
Neocolonialismo em brandos costumes e dois episódios – http://paginaglobal.blogspot.com/2017/03/neocolonialismo-em-brandos-costumes-e.html
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – I – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/04/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda.html
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – II – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/04/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda_30.html
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – III – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/05/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda.html
Série completa (8 intervenções) de “Há 50 anos aviões da NATO bombardeavam em Angola” – Página Global Blogspot – http://paginaglobal.blogspot.pt/
Geoestratégia para um desenvolvimento sustentável – http://paginaglobal.blogspot.pt/2016/01/geoestrategia-para-um-desenvolvimento.html

Outras fontes:
Lista de entidades do “Le Cercle” – https://isgp-studies.com/le-cercle-membership-list
La guerra secreta en Portugal – http://www.voltairenet.org/article170116.html
SADC fixa 23 de Março como dia da libertação – http://jornaldeangola.sapo.ao/politica/sadc_fixa_23_de_marco_como_dia_da_libertacao 

Imagens: Capa do livro “ALCORA – o acordo secreto do colonialismo”; René Pélissier em “História das Campanhas em Angola, resistência e revoltas (1845/1941 – IIº volume”; foto da família Botha em Lumupa, Caluquembe, 1957; capa do livro “Louis Botha’s War – the campaign in South West Africa – 1914/1915”; foto de dois Botha e Savimbi, uma aliança de facto, enquanto herança da Operação Madeira e do âmbito do Exercício ALCORA no sul de Angola.

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