domingo, 15 de julho de 2018

Em Portugal | MANHOSOS DA DIREITA NEOFASCISTA À CONQUISTA DA UE - VOLT

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Em Resistir.info tomámos conhecimento de um novo partido político que está em progressão na conquista da UE. Um partido da direita mais à direita, manhoso e nazi, que alastra nos países da Europa num unaninismo que pela sua doutrina se subentende que os seus objetivos têm que ver com um nazismo europeu (talvez a alastrar pelo mundo). Uma manha que nem Hitler usou de modo tão elaborado nem tão estratégico com base no engano de outra alegada “democracia”.

Eles, os nazis, sob disfarce, estão por aí, cada vez mais atuantes, aproveitando os falhanços das políticas implementadas por tecnocratas e outros boçais incompetentes e desumanos que não são mais nem menos que servis e abjetos políticos compensados pelo grande capital com migalhas para eles consideradas importantes, com corrupções interligadas, de autênticos sindicatos de crime e roubos que incidem sobre que produzem riqueza, os trabalhadores. Esses tais que se vêem em crescente situação de esclavagismo imposto por políticos nojentos que os traem após serem eleitos - por via de falsas promessas que os levam em delírio a visualizar o “el dourado”.

Mas deixemos a notícia mostrar a falsidade e o perigo, mais um, contra a verdadeira democracia, justiça, distribuição da riqueza pelos que a produzem, por uma sociedade justa, livre de corruptos, de mafiosos da política, de negreiros da atualidade que alimentam legislação rumo à exploração desenfreada do capitalismo selvagem, do nazi-fascismo desumano, antidemocrático, assassino das liberdade e dos cidadãos que se lhe opuserem. Um Volt que mais não será, não é, que o regresso a um passado ditatorial para toda a Europa, se possível para todo o mundo. Tal qual o objetivo de Hitler e seus famigerados assassinos da humanidade. (MM | PG)

UM VOLT CAMALEÔNICO 

A direita gosta de se disfarçar como centro a fim de melhor confundir o eleitorado. Agora tenta ela lançar um novo partido pan-europeu o qual escolheu para seu nome a unidade de tensão:   Volt.

Dizem seus promotores que pretendem o "renascimento económico" (sic) e "a reforma da União Europeia" – como se fosse possível reformar uma instituição irreformável.

Vigaristas.


A notícia em ZAP

Não é de esquerda nem de direita. Volt recolhe assinaturas para formar partido em Portugal

Este fim de semana, arrancou a campanha pública de recolha de assinaturas para que o Volt possa constituir-se como partido político em Portugal. 

O Volt prepara-se para ser o novo partido em Portugal e está a recolher as 7500 assinaturas necessárias para se constituir legalmente como partido. No passado fim de semana, arrancou a campanha pública de recolha de assinaturas na zona de Alvalade e no Parque Eduardo VII, em Lisboa.

Segundo o Público, este é o primeiro partido pan-Europeu, que surgiu há dois anos como reação ao referendo do Brexit e com a “missão calara de combater nacionalismos e de lutar para que a Europa seja mais unida, democrática e solidária”.

O Volt é já legalmente reconhecido como partido na Alemanha, Bélgica, Bulgária, Espanha e Holanda. No dia 13 deste mês será reconhecido também em Itália.

Mateus Carvalho, do núcleo duro do Volt Portugal, explicou ao jornal que o objetivo deste partido é garantir uma Europa na qual os municípios, regiões e estados trabalham em conjunto de modo a assegurar uma igualdade de oportunidades e melhorar o nível de vida de todos os cidadãos. Uma Europa unida e democrática é o objetivo primordial.

Nem de esquerda, nem de direita. O Volt é do centro, diz Mateus Carvalho, adiantando que o movimento quer passar além dos rótulos de direita e de esquerda. “Estamos a tentar não nos focarmos nesses espectros de esquerda-direita, mas isso é muito difícil de explicar às pessoas”, disse.

Os temas pelos quais o movimento se move são muito distintos dos temas abordados pelos outros partidos. “Smart State, Renascimento Económico, Igualdade Social, Equilíbrio Global, Dar Voz aos Cidadãos” e, por último, a Reforma da União Europeia são os principais desafios do Volt. Enquanto que os cinco primeiros são adaptados ao nível nacional de cada país, o que tem a ver com a reforma da UE pode ser transposto para os outros países.

Em declarações ao Público, Mateus Carvalho assumiu que “concorrer às eleições europeias de 2019 e eleger 25 eurodeputados em sete países é o requisito para se conseguir formar um grupo político no Parlamento Europeu. Esse é o objetivo em termos de tempo”.

O responsável pela área da comunicação do Volt em Portugal prevê que em finais de outubro o movimento tenha as 7500 assinaturas exigidas pela legislação. Isto abrirá caminho a candidaturas no país às europeias do próximo ano e, mais tarde, às eleições autárquicas.

Malta, Estónia, Grécia e Dinamarca estão também a assistir à constituição do Volt. Em França, prevê-se que haja um novo partido já este verão.


Imagem: Volt/Facebook
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