sábado, 28 de dezembro de 2013

QUASE TUDO VAI BEM EM TIMOR-LESTE… HÁ OS QUE DIZEM QUE NÃO É BEM ASSIM

 


António Veríssimo, Lisboa
 
Insatisfação, “provável revolta”. Acontece mais no interior do país, mas nas principais cidades também, reina a insatisfação de inúmeros timorenses relativamente aos “desvios” de vária ordem cuja responsabilidade dizem ser dos vários partidos políticos timorenses que se sentam nas cadeiras do poder, partilham o poder, traficam influências, corrompem-se e arrastam outros para a corrupção. “Desvios graves”, como sentem e declaram.
 
O movimento contra já existe. Os que nele militam crescem em números e motivos ou razões que “podem conduzir à revolta e a uma interrupção da paz se necessário”. Dizem pretender acionar uma purga, “a justiça e uma revolução pacífica” para que exista uma “verdadeira democracia em Timor-Leste”.
 
E a oposição, a Fretilin, que diz? Foi perguntado. “Acomodou-se”. “Perdeu o ativismo de oposição por razões que só ela sabe”. Respondem.
 
Afinal parece que nem tudo vai bem em Timor-Leste. É o que dizem. E algo está a ser feito rumo a melhores dias e melhor vida dos timorenses. Oxalá. A paz podre é perigosa e nada recomendável. Mas isso já aqui foi falado vezes sem conta. Que tudo se resolva a bem e por bem.
 

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