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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

$UB$ERVIENTE$ CHEFE$ DE E$TADO REÚNEM EM NOVA IORQUE


Não aos peidos de vaca

O clima, a Greta, o amor dos hipies, as manifestações só de uns quantos por todo o mundo e a “coincidência” do Dia Mundial da Paz, entre mais matérias que pode ser a não perder, é a abertura (o principio), o meio e o fim da prosa que João Silvestre traz ao Expresso Curto.

Há problemas CO2 com os peidos das vacas que afetam as Alterações Climáticas e a isso andam a atirar-se como gato a bofe certos e incertos talibãs (radicais) – ao estilo daqueles que gostam tanto dos cães (gatos e afins) que nem conhecem as pessoas, nem delas se lembram. Os muitos milhões de automóveis, motos e manadas de máquinas a combustão até parecem estar esquecidas. O petróleo é verde nas notas de dólar, não é? Os peidos das vacas não. Está tudo dito. E as guerras, e a fome sistemática e assassina que é gerada pela ganância dos detentores às toneladas das tais notas verdes? E a exploração do capitalismo selvagem e desumano? E os imensos eteceteras que podiam aqui constar por serem razões da mesma causa? 

Mas disso parece que os Gretas não falam e se o fazem é contidamente. Convém, aos das notas verdes acondicionadas numa gigantesca fila de camiões TIR e respetivos contentores, que os Gretas se preocupem com os peidos de vacas que produzem o malvado CO2. “Que se distraiam e façam amor”, hão-de esses da ganância, da mentoria das guerras, do esclavagismo de milhões de trabalhadores (incluindo crianças), dizer do alto dos seus arranha-céus-caixas-fortes, sorrindo ao ver uns quantos (poucos) milhões em todo o mundo na contestação ao peidos de vacas e afins. Com um menu contestatário supérfluo em vez de essencial, primordial, urgente.

A fazer de conta no interesse pelo clima lá vem mais uma Cimeira de Chefes de Estado e outros nas ilhargas. O tema é capaz de ser “não aos peidos de vaca”. Em vez de não às guerras e todos os outros males que o capitalismo selvagem, a ganância, dos 1% e seguintes, causa à população mundial, ao ambiente...

Pano para mangas é o que daria esta ‘conversa’… Adiante.

Terminamos. Adeus à dita Cimeira que vai ser mais uma masturbação sem ejaculação. Adeus a vós, vítimas escravizadas do dito capitalismo selvagem que classifica de desenvolvimento tudo que trame os habitantes deste planeta mas que lhes recheie os expressivos e exagerados lucros. E esses, sempre, a contarem com as subserviências dos tais ditos Chefes de Estado e com as negociatas que decorrem e escorrem aos milhões só para uns quantos. Sim, só para os que até compram os média que pintam de negro os peidos de vaca e outros 'quadros' de que se lembrem para distraírem os milhões de Gretos e Gretas que há por esse mundo, circulando alienados com ares zumbis, sem quererem saber da força que teriam se quisessem uma liberdade a sério, uma vida a sério, um mundo a sério e próprio para os humanos que defendessem a natureza, a qualidade de vida, a abolição do esclavagismo, da miséria, da fome, de uns quantos gananciosos semeadores de guerras…

Bom dia, se conseguirem.

MM | Redação PG

domingo, 25 de agosto de 2019

Lavar as mãos da Amazónia


Ricardo M Santos

Quando se fala no Fundo da Amazónia, patrocinado por países ricos, convém esclarecer quem contribui para esse fundo, no caso, Noruega e Alemanha, juntamente com a Petrobras. No caso da Noruega, ainda em 2018 uma empresa mineira cujo maior acionista é, espante-se, o governo da Noruega, esteve envolvida num caso de contaminação ambiental, que tentou esconder.

De resto, recuando até 2006, o governo do Reino Unido tentou tomar conta da Amazónia, considerando que é património mundial, iniciando assim o que é o movimento eco-imperialista. Os países ricos do Hemisfério Norte a decidirem o que é melhor para a Amazónia. Sem ter em conta, obviamente, o que são os interesses dos indígenas e dos trabalhadores. Já nem coloco aqui a evidente questão da soberania e o direito dos povos à auto-determinação. 

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Em cinco meses, autoproclamação de Guaidó trouxe prejuízos bilionários à Venezuela


Última manobra do opositor junto aos EUA bloqueou a venda de diluentes do petróleo e pretende causar rombo de US$ 11 bi

Michele de Mello, do Brasil de Fato | Caracas (Venezuela)

No último domingo (23), a autoproclamação de Juan Guaidó como “presidente encarregado” da Venezuela completou cinco meses. O cenário atual é de diálogo entre representantes do deputado opositor e da administração do presidente Nicolás Maduro, que participam de mesas de negociação na Noruega.

No entanto, nem sempre houve espaço para diálogo. Nesse período como “presidente”, Juan Guaidó viajou para os Estados Unidos, Europa, Brasil, Colômbia, Paraguai, Argentina e Equador.

Além de pedir apoio e reconhecimento de outros países para seu governo autoproclamado, Guaidó transformou-se num dos principais incentivadores do recrudescimento do bloqueio econômico e diplomático contra seu próprio país.

A resposta dos seus apoiadores internacionais foi imediata. Até o momento, cerca de US$ 5,4 bilhões (cerca de R$ 21 bilhões) foram bloqueados em contas venezuelanas no exterior.

A principal afetada foi a indústria petrolífera, responsável pelo ingresso de 95% das divisas no país. Por conta de uma ordem executiva do Departamento de Tesouro dos EUA, foram bloqueados cerca de US$ 30 bilhões (cerca de R$120 bilhões) em ativos e bens da subsede da estatal PDVSA no Estados Unidos, a CITGO Petroleum, desde 28 de janeiro de 2019.

Apesar de não ter respaldo legal e legitimidade para gerir qualquer fundo estatal venezuelano, com manobras e apoios de governos de outros países, Guaidó tem conseguido se apropriar de dinheiro do país.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Lisboa | Zero diz que há mais solos contaminados no Parque das Nações


A associação ambientalista Zero denunciou hoje a existência de uma nova mancha de solos contaminados na zona do Parque das Nações, em Lisboa, o que prova que a descontaminação dos terrenos naquela parte da cidade foi uma "fraude".

Em comunicado, a associação anuncia que foi descoberto "um novo depósito de resíduos com hidrocarbonetos" perto do Hospital CUF Descobertas, cuja construção já tinha posto à vista "uma grande quantidade de solos contaminados".

"Os resíduos agora em causa foram detetados na obra de escavação do empreendimento imobiliário designado por 'Martinhal Residences', sendo notório o cheiro devido a compostos voláteis, o que já motivou queixas de alguns moradores", diz a Zero.

De acordo com a associação ambientalista, estes compostos resultam da libertação de gases associados aos hidrocarbonetos quando são expostos ao ar, "sendo considerados tóxicos e, inclusive, cancerígenos".

A Zero não tem, por isso, dúvidas em afirmar que a descontaminação dos terrenos da zona do Parque das Nações "foi uma fraude".

"Se dúvidas ainda pudessem existir, após o que aconteceu com a obra do Hospital CUF Descobertas, a identificação de mais um local com solos contaminados nas imediações dos terrenos da antiga Petrogal vem evidenciar definitivamente que a operação de descontaminação dos terrenos do Parque das Nações foi feita de forma muito incompleta com impactos que agora e no futuro irão ser visíveis e significativos", alerta a ZERO.