Num decreto presidencial, o chefe
de Estado angolano autorizou a aquisição do material avaliado em mais de 70
milhões de kwanzas (cerca de 200 mil euros). O contrato será celebrado com a
empresa Sistec, S.A.
À semelhança do "Bairro
dos Ministérios", com 28 edifícios ministeriais e várias unidades de
apoio, o tema do ginásio está a gerar grande polémica em Angola e a intenção do
governo está a ser muito criticada.
Em declarações à DW África,
Nelito Ekuikui, da bancada da União Nacional para Independência Total de Angola
(UNITA), diz que o país tem outras prioridades. "Não é oportuno alocar
verbas para a construção ou apetrechamento de um ginásio ao nível da Assembleia
Nacional. O país tem prioridades e as prioridades do país estão devidamente identificadas",
afirma o deputado mais jovem do Parlamento angolano.

















