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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Portugal | Rebaldaria & Companhia nas Forças Armadas. E nas Justiças?


Justiça civil, justiça militar... Meterem os pés pelas mãos pertence-lhes? Depois do furto de armas em Tancos, que deu e continua a dar brado, mas que continua envolto em neblina, ficámos a saber ao de leve sobre a rebaldaria que vai nas Forças Armadas de Portugal no que diz respeito a armamento. Inquéritos e mais inquéritos sobre armas e munições roubadas (desaparecidas) atinge, pelo menos, as quase quatro dezenas. Mas, não. Isso não é rebaldaria, isso não é paióis e outros depósitos de armamento e munições terem andado ao deus dará. Falta saber se ainda assim acontece. Essa é a maior probabilidade. Mas, que não. Dizem uns quantos, os dos poderes, civis e militares. Há ainda os que falam em… negócios escuros. Em quem acreditar? Podemos ficar descansados? O texto no DN aprofunda alguns pormenores e por maiores. Nebulosas é o que não falta. Leia a peça, já a seguir.

Redação PG

Armas e munições roubadas em quartéis: 36 inquéritos, diz PGR. Apenas seis, contrapõem militares

Nos últimos cinco anos, o MP registou 36 inquéritos por "furto de material em instalações militares (armas, munições e outro material bélico)". A PJM alega que foram apenas seis - os restantes são granadas, munições e outros artefactos encontrados fora dos quartéis

Desde 2014 até ao final de 2018, o Ministério Público (MP) instaurou 36 inquéritos por "furtos de armas, munições e outro material bélico" em instalações militares. Segundo dados da Procuradoria-Geral da República (PGR) - relativos apenas ao Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa - destes processos, cujas investigações foram atribuídas à Polícia Judiciária Militar (PJM) por serem "crimes estritamente militares", foram apenas deduzidas cinco acusações. Ou seja, a esmagadora maioria (86%) foi arquivada.

Rui Pinto classifica Portugal como "repressivo para denunciantes"


"Portugal tentou tudo para evitar” que Rui Pinto denunciasse a corrupção

O português Rui Pinto, que denunciou alegados casos de corrupção e evasão fiscal no futebol, classificou Portugal como "um país repressivo para denunciantes", esperando mudanças com a lei hoje aprovada para proteger estas pessoas na União Europeia (UE).

"Portugal é um dos países europeus mais repressivos para os 'whistleblowers' [denunciantes]. Por isso, espero que a nova diretiva europeia possa mudar isto, num futuro próximo, e que dê coragem às pessoas que lutam contra a corrupção em todos os níveis", salientou Rui Pinto

Esta mensagem de Rui Pinto, que está preso em Portugal desde o passado dia 22 de março, foi lida na cerimónia de atribuição de um prémio europeu para denunciantes promovido pela Esquerda Unitária Europeia (GUE/NGL), do qual o 'hacker' português foi um dos vencedores.

Portugal | Depósito na reserva


Rafael Barbosa | Jornal de Notícias | opinião

1. E ao segundo dia de uma greve dos motoristas de matérias perigosas, que estava a ter entre nula e escassa atenção, instalou-se o caos. A greve por melhores salários teve uma adesão de 100%, o que talvez nos diga qualquer coisa sobre a sua justeza. Ao final da manhã, começaram a surgir as notícias de que os aeroportos de Lisboa e Faro iriam ficar sem combustível, ameaçando deixar os passageiros em terra. Ao final da tarde, assistiu-se à corrida desenfreada aos postos de combustível, ao ponto de deixar centenas deles a seco em poucas horas. O Governo também foi em crescendo na aflição. Confrontado com o incumprimento dos serviço mínimos, decretou a requisição civil, depois juntou-lhe o chavão da "situação de alerta" e, finalmente, o rótulo da "crise energética". Até o INEM deu um contributo para a sensação de pânico, pedindo aos portugueses prioridade no abastecimento. Foi tudo muito rápido, é certo, mas fica a sensação de que o Governo, que é quem tem a responsabilidade de evitar que o país entre em colapso, foi apanhado com o depósito na reserva.

Portugal | Assombrações a mais!


Jorge Rocha* | opinião

As últimas semanas têm sido pródigas no regresso de algumas múmias, que julgávamos devidamente seladas nos respetivos sarcófagos. Primeiro foi Cavaco Silva, que regressou para avalizar o novo programa económico do seu partido, que tanto promete pôr os pobres isentos do IRS a pagarem-no como poupa aos patrões, que invoquem prejuízos nos negócios, a redução significativa no IRC. Julgando os portugueses particularmente desmemoriados das suas malfeitorias passadas atreveu-se a intervenção crítica sobre a questão dos familiares no governo socialista, levando logo de ricochete o contundente troco, que o fez recolher-se apressadamente à sombria tumba.

Este fim-de-semana temos sido «brindados» com sucessivas assombrações de Durão Barroso, que tanto secundou a EDP na defesa dos ilegítimos artifícios com que alavancou os lucros à conta dos clientes e da generalidade dos contribuintes, como procurou atenuar a ostensiva mancha no currículo, que lhe ficou do papel de mordomo na cimeira das Lages, atirando lama para cima do Presidente de então, Jorge Sampaio.

terça-feira, 16 de abril de 2019

Portugal | Ex-cavaquista Duarte Lima em liberdade até quando?


Sobre Duarte Lima, o lançado cavaquista que integrou seu governo - entre outros a braços com a justiça - dizia há  poucos dias no jornal i que "Com o trânsito em julgado decidido pela Relação de Lisboa, ex-deputado fica impossibilitado de recorrer da pena de seis anos a que foi condenado. Cabe agora à primeira instância a emissão de mandado de prisão".

O título, no jornal i, era esclarecedor: "BPN/Homeland. Duarte Lima será preso nos próximos dias", como ali se podem inteirar. No jornal, Carlos Diogo Santos, fez o relato com apêndice da foto por Miguel Silva. Registámos por aqui que Lima seria preso nos próximos dias. Já lá vão três dias após a notícias. Estamos contabilizando os dias que passam até que realmente o ex-cavaquista fique entre-grades. É que há anos e anos que estas "novelas" estão em cena sem que se vejam as condenações serem cumpridas. Ora isso leva ao descrédito da Justiça, como é 'vox-populi'. Mais grave ainda porque deixa ditos e mexericos sobre uma espécie de máfia de ex-cavaquistas que por isto ou aquilo estiveram a contas com a justiça mas que continuam a comer e a viver bem e do melhor sem que se veja sombra de punição efetiva. Não só nos ex-cavaquistas tal acontece, evidentemente.