quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Parlamento Europeu reconhece Juan Guaidó como presidente da Venezuela, servil aos EUA


Podia dizer-se que a notícia é uma bomba se não conhecêssemos as qualidades do Parlamento Europeu e da atual União Europeia no seu servilismo aos EUA, a Trump e aos capitalistas globais que semeiam guerras e desumanidades na sua ganância de se apoderarem dos recursos naturais e mundiais que lhes garantem fortunas inauditas, imorais e escandalosas, que são causa principal das mortes e miséria, da desumanidade que abunda no globo terrestre.

O título é da autoria do Notícias ao Minuto, no original, sem incluir o servilismo aos EUA. O texto ainda está a ser mitigado naquela redação, informando-nos que a notícia avançará após atualização. Acompanharemos aqui no PG...

Decorridos breves minutos a notícia é atualizada e publicada por completo. A UE reconhece como presidente da Venezuela um títere de Trump e do grande capital, afinal uns donos da UE.

Guaidó foi ilegalmente eleito por uns ínfimos deputados num golpe que pretende depor Maduro e entregar o país aos EUA com algumas migalhas à UE. Maduro foi na realidade e legitimamente eleito por mais de 6 milhões de eleitores. Assim se percebe por transparência a vergonhosa atitude antidemocrática da direita fanática e servil aos EUA que abunda no Parlamento Europeu, rumo ao nazi-fascismo - com outras cores e outras vestes, com outras palavras e toneladas de mentiras e de ilusões que enganam os povos europeus e de outras partes do mundo. Principalmente os europeus porque votam e os elegem, tal qual como Hitler foi eleito. Depois viu-se o que era e quem era. O que queria e o que que fez. Os milhões que matou parece que foram esquecidos pela humanidade, pelos europeus.

Reconhecer Guaidó, que não foi eleito... Que espécie de democracia abunda no Parlamento Europeu e na totalidade dos orgãos da UE? O fascismo avança e já vimos o autoritarismo e o servilismo pungente em Bruxelas, em Estrasburgo, etc.

A notícia atualizada, do NM, em seguida. (PG)


Parlamento Europeu reconhece Juan Guaidó como presidente da Venezuela

No passado dia 23 de janeiro, a Assembleia Constituinte elegeu Juan Guaidó como presidente interino.

De Bruxelas já tinha chegado um aviso: ou Nicolás Maduro aceitava eleições livres, ou a União Europeia mudaria a postura e passaria a reconhecer Juan Guaidó como novo líder do país

Esta quinta-feira, o Parlamento Europeu reconheceu Juan Guaidó como presidente legítimo da Venezuela.

Numa resolução aprovada por 439 votos a favor, 104 contra e 88 abstenções, a assembleia europeia, reunida em Bruxelas, solicitou também à chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, e aos Estados-Membros que "adotem uma posição firme e comum e reconheçam Juan Guaidó como único Presidente interino legítimo do país até que seja possível convocar novas eleições presidenciais livres, transparentes e credíveis tendo em vista restabelecer a democracia".

Os eurodeputados reiteram o seu pleno apoio à Assembleia Nacional, "que é o único órgão democrático legítimo da Venezuela e cujos poderes devem ser restabelecidos e respeitados".

Recorde-se que o clima de tensão social, política e económica que a Venezuela tem vivido atingiu novo ponto já este mês.

No passado dia 23 de janeiro, a assembleia venezuelana reconheceu Guaidó como presidente interino do país.

Logo após a autoproclamação como líder interino, países como os Estados Unidos, o Canadá, o Brasil,  e a Colômbia e outra nações sul-americanas apressaram-se a considerar Guaidó o presidente legítimo.

A posição europeia perante este novo episódio da crise venezuelana numa primeira fase passou por pressionar Maduro a aceitar eleições. Maduro, recorde-se, foi reeleito nas presidenciais venezuelanas de 2018 com uma larga maioria. As eleições, no entanto, não foram reconhecidas como legítimas por boa parte da comunidade internacional. Nos últimos dias, a Rússia, a China e a Turquia mantiveram apoio a Maduro.

Na quarta-feira, Nicolás Maduro disse ser a favor de eleições legislativas antecipadas para acabar com a crise política do país, mas recusou a hipótese de novo escrutínio presidencial.

Esta mudança de postura por parte de Estrasburgo surge numa altura em que os ministros dos negócios estrangeiros da União Europeia estão reunidos, entre hoje e sexta-feira, em Bucareste, na Roménia. A crise política na Venezuela estava no topo da agenda, precisamente após o ultimato europeu para eleições no país.

A posição do Governo de Portugal tem acompanhado a de outros países da UE, com a preocupação acrescida de haver uma larga comunidade lusodescendente na Venezuela.

Pedro Filipe Pina | Notícias ao Minuto

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