Álvaro Sobrinho estava por trás do grupo que comprou o DN, JN e TSF
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ZAP // António Cotrim, Miguel A. Lopes / Lusa; Marinha Portuguesa / Facebook |
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E na manchete pode ler-se o resultado de uma sondagem produzida para o Expresso
e para a SIC sobre as eleições presidenciais: Gouveia e Melo destacado, Ventura pode ir à segunda volta.
Luís Marques Mendes larga em quarto lugar em uma corrida que só termina daqui a um ano e que promete uma briga acirrada pelo segundo lugar. É muito provável a existência de um segundo turno, segundo as informações que esta pesquisa disponibiliza. Entre seguro e Vitorino, venha Pedro Nuno Santos e escolha.
Segundo a análise dos resultados
dessa pesquisa assinada por Rita Diniz, “c om 15% dos entrevistados
dizendo ainda não saber em quem votar, Gouveia e Melo segue destacado na frente
com 25% das intenções de voto, o que, mesmo com uma margem de erro de 3,5%, não
é suficiente — em nenhum cenário — para vencer no primeiro turno. Bastante
abaixo, e com percentuais semelhantes entre si, aparece André Ventura com 16%
das intenções de voto, António José Seguro com 15%, que passa a 14% quando o
nome testado é António Vitorino, e Marques Mendes com 13%.” O líder do Chega
segue em segundo lugar mas tem uma alta taxa de rejeição (57%), muito superior
à dos outros proto-candidatos.
Álvaro Sobrinho é um dos nomes com participação no misterioso fundo World
Opportunity Fund que, em 2023, adquiriu a Global Media, grupo de mídia que
então era dono do “DN”, “JN” e TSF, entre outras marcas de informação. Foi o
próprio que revelou a Micael Pereira e Pedro Coelho, jornalistas do Expresso e
da SIC que lideraram uma investigação sobre a “falta de transparência” dos
beneficiários daquele fundo - uma espécie de offshore a quem a Entidade
Reguladora da Comunicação veio a suspender os direitos.
A recusa de José Paulo Fafe, o representante desse fundo em
mencionar o nome de Álvaro Sobrinho quando foi ouvido há um ano sobre o
assunto, no Parlamento, pode ter a ver com a falta de idoneidade do investidor
e o risco eventual de verbas associadas a ele serem arrestadas.
O caso de demissão, pelo Bloco de Esquerda, de duas mães que ainda amamentavam
seus filhos levou a uma investigação sobre o cumprimento ou não das leis
trabalhistas nesse particular. Conclui-se, em trabalho assinado por Joana
Ascensão, que “no ano passado pelo menos 1866 grávidas e recém-mães foram dispensadas pelas
empresas onde trabalhavam . A maioria estava com contratos por tempo determinado,
que não foram renovados, e uma centena pertencia aos quadros. É o maior valor
desde
Sabe-se agora os resultados, do inquérito do Ministério Público sobre a morte
de Odair Moniz na Cova da Moura, durante a madrugada de 21 de outubro. “ Odair Moniz foi baleado duas vezes — tendo uma das balas
atingindo o tórax e a outra as zonas genitais — e alvo de várias bastonadas,
uma das vezes já depois de estar no chão inanimado após o segundo
disparo mortal do agente da PSP, acusado esta quarta-feira de homicídio pelo
Ministério Público”, contam Hugo Franco e Rui Gustavo.
A EDP revelou uma queda com contornos históricos em sua carteira de clientes,
registra Miguel Prado. Em
Está aí o novo obscurantismo. Há
um novo misticismo anticiência que alavanca as autocracias espalhadas pelo
mundo. Oferecem soluções mágicas e ocultam ligações perigosas: da Romênia,
onde uma campanha alicerçada no TikTok e no voto “com a alma” alcançou
resultados surpreendentes, até os EUA, onde Trump nomeou um Kennedy antivacinas
para a pasta da Saúde, os novos obscurantistas instalaram- se nas altas esferas
da política internacional. Anne Applebaum os chama de novos Rasputins,
inspirada na figura que dominava a corte dos Roamanov nos últimos dias daquela
dinastia. O que eles têm em comum, Elon Musk, Robert F Kennedy Jr ou
Calin Georgescu, o candidato que venceu o primeiro turno das eleições
residenciais na Romênia?
A esse texto segue-se um artigo de Adolfo Mesquita Nunes em que se alerta para os perigos que as democracias correm quando ameaçadas pela
Inteligência Artificial. Começa assim: “Holocausto não deixa de ter
acontecido se alguém negar. Nem mesmo se milhões negarem. Mas, e se toda a
Humanidade decidisse coletivamente que ele nunca existiu? O que sobraria? As
câmaras de gás, os campos de concentração, as vidas ceifadas — esses fatos
continuariam a ter ocorrido.”
Não perca também a história de Carlos Tavares, o homem que saiu de Portugal aos
17 anos para conquistar o mundo automobilístico. Ele trocou a gestão
da Stellantis, quarta maior montadora do mundo, pelos negócios em Portugal, e
explica: “Estou fora do país desde 1976 e chega-se a um momento na vida em que
temos de assentar. Agora faço coisas que não fazia antes mas que me dão muito
gozo”. Vítor Andrade acompanhou a trajetória do super gestor português.
Os arquivos remanescentes sobre o atentado que matou o
presidente americano John F. Kennedy serão desclassificados em poucos
dias, por ordem do atual inquilino da Casa Branca, Donald Trump.
Ricardo Lourenço, correspondente do Expresso no EUA, revela as últimas notícia
sobre a desclassificação dos relatórios produzidos sobre alguns dos mais
célebres assassínios da história.
Tudo isso e muito mais na edição do Expresso que chega às bancas nesta
sexta-feira. Tenha um bom fim de semana
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