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sábado, 28 de maio de 2016

PAIGC acusa autoridades da Guiné-Bissau de impedirem saída de militantes da sede do partido



O PAIGC acusa as forcas de defesa e segurança da Guiné-Bissau de impedirem a saída de alguns militantes e dirigentes da sede do partido, depois dos confrontos da última noite.

Em comunicado, o secretariado do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) refere que a sede está "cercada pelas forças militares, impedindo entradas e saídas", numa situação que considera abusiva.

Dezenas de pessoas que se concentraram à porta da sede do PAIGC na quinta-feira atiraram pedras contra o Palácio Presidencial, contíguo, e queimaram pneus nas imediações, quando a Presidência anunciou a nomeação de Baciro Djá como novo primeiro-ministro.

Forças e segurança e militares evacuaram a área durante a noite e voltaram a fazer o mesmo durante o dia de hoje, em que Baciro Djá foi empossado.

Elementos do executivo demitido - quase todos afetos ao PAIGC - continuam a ocupar as salas do Palácio do Governo onde prometem permanecer por tempo indeterminado como protesto contra uma nomeação que consideram inconstitucional.

O partido recusa-se a reconhecer qualquer novo governo que não seja da sua iniciativa enquanto força vencedora das últimas eleições legislativas.

MB/LFO // EL - Lusa

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