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quarta-feira, 8 de março de 2017

PASSOS, SEM VERGONHA E SEM ÊXITO. CADÁVER POLÍTICO RESSABIADO TENTA RESSUSCITAR


Com o dia quase a findar trazemos uma peça da Agência Lusa que faz parte do cardápio do Notícias ao Minuto. É aqui que se aborda o debate quinzenal do costume com a presença do governo na Assembleia da República. O hemiciclo hoje quase pegou fogo, dizem uns. A AR pareceu um campo de luta-livre, dizem outros. O Notícias ao Minuto chamou-lhe duelo. E que aconteceu entre Passos Coelho e António Costa. 

Não foi nada disso mas tão somente o triste espetáculo de um ex-primeiro-ministro mentiroso, comprovadamente vigarista, que está possuído de enorme ressabiamento por estar a ser provado que só por ideologia neoliberal de extremos é que os portugueses foram literalmente roubados em direitos, liberdades e garantias para entrega do espólio aos “senhores” do grande capital. Para a maioria foi tempo longo de austeridade enquanto os mais ricos tiveram a benesse de ficarem mais ricos graças ao então governo de Passos, Cavaco, Portas e outros não eleitos mas que eram e ainda são Donos Disto Tudo. Leia, se não assistiu nem ainda ouviu ou leu sobre a “desfaçatez” do ressabiado Passos, um cadáver que teima em ressuscitar para prosseguir a sua obsessão: tirar aos pobres para dar aos ricos. Levar a classe média para uma pobreza inaudita, como o fez anteriormente. Desprovido de vergonha e de enorme "desfaçatez" Passos apelou à honra. Que honra? Lembrar-se-á ele daquilo que durante quatro anos fez aos portugueses que o elegeram por uso e abuso de tantas mentiras, tantas comprovadas vigarices? CT / PG)

 Duelo aceso entre Costa e Passos marcado por offshores e (muita) lama

O debate quinzenal com o primeiro-ministro voltou hoje a ser uma arena política para a troca de acusações entre o PS e a "velha maioria" de direita, com o caso das offshore como cenário.

Bastaram 30 minutos para o caso dos milhões que saíram do país entre 2011 e 2014 para paraísos fiscais entrarem na discussão, com Pedro Passos Coelho, o ex-primeiro-ministro do PSD, a acusar o seu sucessor de "enlamear" o anterior governo.

Passos disse que "não existe sobre as transferências para 'offshore' nada que envolva a responsabilidade política" do anterior executivo e que "mais de metade do que supostamente não passou pelo crivo do fisco devia ter passado já depois de o governo que liderou ter cessado funções".

O líder do PSD apontou a António Costa, acusando-o de lançar insinuações, lamentando que o primeiro-ministro não peça desculpa por tentar "enlamear" o executivo PSD/CDS-PP.

Na resposta, Costa afirmou-se surpreendido pela "desfaçatez" de Passos, reclamando igualmente um pedido de desculpas, e invocou notícias publicadas segundo as quais terá sido insultado durante uma reunião da bancada social-democrata.

"Mal-educado", clamou o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro para Costa, que respondeu: a bancada do PSD "anda ressabiada".

Os parceiros do Governo evitaram entrar nesta troca de palavras.

Apenas a deputada e coordenadora bloquista, Catarina Martins, considerou que "não fica bem a ninguém nesta Assembleia da República e que ninguém percebe" o que se passara minutos antes.

Acusou a bancada do PSD de ter cada vez menos argumentos e estar "mais ressabiada", afirmando que Passos Coelho "não está a fazer nenhum bem ao país com esta crispação".

No debate, Catarina Martins insistiu no descongelamento das progressões automáticas na função pública - "importantíssimas para a proteção da democracia" - mas António Costa remeteu o tema para as negociações com os sindicatos.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou desejar "esclarecer tudo" sobre a polémica das transferências de capital para paraísos fiscais por publicitar, lamentando "dois pesos e duas medidas" do anterior executivo. António Costa concordou.

De resto, deste debate fica o anúncio do primeiro-ministro de que o relatório da reforma da supervisão financeira, liderado por Carlos Tavares, já foi entregue ao ministro das Finanças, que o apresentará na quinta-feira, no parlamento, durante a interpelação do CDS sobre o tema.

O caso BES e o alegado atraso na intervenção do Banco de Portugal na resolução do Novo Banco atravessaram também o debate.

Costa disse que o PSD não tem defendido o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, mas sim a si próprio, enquanto a líder do BE insistiu que Carlos Costa deve ser afastado por falta de independência.

Heloísa Apolónia, do PEV, juntou-se ao BE e ao PCP e reclamou a demissão de Carlos Costa.

Já no fim do debate, o líder socialista e primeiro-ministro acusou os sociais-democratas de serem "pior oposição", pior do que o CDS, e de contribuírem para uma "degradação artificial do clima político".

Lusa, em Notícias ao Minuto

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