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sexta-feira, 31 de março de 2017

PORTUGAL “VENDE” NOVO BANCO MAS TEM DE PAGAR PARA O “VENDER”. VENDE?


Podemos dizer que a fatura será apresentada aos portugueses “dentro de momentos”. Esses momentos estão nos segredos dos “vendedores”, o Estado – que é gerido pelos governos. Os portugueses só vão ficar a saber sobre a “venda” quando forem chamados a pagar mais do que aquilo que já pagaram. Entretanto os banqueiros assobiam para o lado e continuam nos seus negócios. A impunidade é quase que exclusivamente sua. Julgamentos não há, arrestos aos seus bens também não há. Ricardo Salgado está impregnado numa lavagem de imagem inconcebível, outros banqueiros e gestores fazem par e grupo com ele. Os portugueses já pagaram muito com língua de palmo e tudo indica que vão continuar a pagar. Hoje é a “venda” do “banco bom”? Bom, só se for para os que lucram com a “compra”, a Lone Star - que vai vender o banco às peças e lucrar desmedidamente. Bom, para Salgado e afins, que em vez de estarem a ver o sol aos quadradinhos andam no laru por onde querem e lhes dá na real gana. Dinheiro não lhes falta, que é vantagem dos que roubam e vigarizam impunemente. Muito do que não se sabe pode configurar mais um barrete. Novo barrete, Novo Banco. António Costa fala aos portugueses pelas 19 horas de hoje. Não se tema pelo que vai dizer mas sim pelo que não dirá e que teremos a sina de descobrir depois via factos consumados. Um trabalho a que se devem dedicar os do jornalismo investigativo, que é coisa rara em Portugal. (PG)

Estado pode ter de voltar a dar dinheiro para recapitalizar o Novo Banco

A venda do 'banco bom' do antigo BES ao Lone Star poderá não ser o capítulo final na história atribulada do processo Novo Banco com o Estado.

Nas horas que antecedem a explicação da venda do Novo Banco aos norte-americanos do Lone Star por Mário Centeno e Carlos Costa, a informação sobre o negócio vão sendo reveladas a conta-gotas.

Depois de ter sido revelada a alegada garantia que o Estado terá de prestar indiretamente devido aos empréstimos de risco, a SIC garante agora que o negócio também poderá obrigar o Estado a investir dinheiro no futuro, para garantir que os rácios de capital ficam equilibrados.

Segundo a SIC, o acordo obriga ambos os sócios, Estado português e Lone Star, a investirem até 3,8 mil milhões de euros se os níveis de capital do Novo Banco descerem para valores instáveis.

Tendo em conta que o Estado português deverá manter uma percentagem do Novo Banco após a venda ao Lone Star, o investimento seria equivalente à posição detida.

Os contornos do negócio deverão ser conhecidos em detalhe nas conferências de imprensa de Mário Centeno e Carlos Costa, durante a tarde desta sexta-feira.

Bruno Mourão, em Notícias ao Minuto

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