quinta-feira, 22 de junho de 2017

TIMOR-LESTE | PR pede respeito e ambiente de paz e estabilidade para voto de 22 julho

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O Presidente da República de Timor-Leste apelou ontem aos eleitores que votem com responsabilidade e ajudem a garantir que a campanha para as eleições de 22 de julho, que começa terça-feira, decorre num ambiente de respeito, paz e estabilidade.

"A todos os cidadãos apelo a que votem com sentido de responsabilidade e respeito. Participem no processo de campanha para ajudar a esclarecer o povo timorense. O voto é muito importante para o país", afirmou Francisco Guterres Lu-Olo numa mensagem em vídeo.

"As forças de segurança garantirão a segurança. Sei que o povo votará com sentido de responsabilidade", afirmou.

Numa mensagem transmitida na página da Presidência da República no Facebook, Francisco Guterres Lu-Olo dirige-se ao "povo de Timor-Leste" para recordar a responsabilidade de todos em eleger um Governo que terá a responsabilidade de conduzir a vida do país.

"São 21 forças políticas que correram para ter o vosso voto de confiança a 22 de julho. Uma corrida normal no sistema multipartidário e democrático que temos em Timor-Leste e onde não cabe a violência", disse.


"Peço-vos a todos que não profiram ou escrevam palavras que atinjam a dignidade dos outros. Que falem sempre respeitando os outros e as suas ideias", afirmou ainda.
O objetivo, disse Lu-Olo, é levar a cabo uma eleição "livre e democrática" em que "não haja violência organizada, sem conflito, num ambiente de paz e estabilidade".

Lu-Olo recordou que os líderes dos partidos "já assinaram a 16 de junho no Palácio do Presidente um compromisso de garantir a paz e a estabilidade" e apelou "a todos os militantes e simpatizantes dos partidos para que honrem esse compromisso".

Os eleitores timorenses escolhem a 22 de julho os 65 membros do Parlamento Nacional, tendo um boletim de voto com 20 partidos e uma coligação.

A campanha começa na terça-feira e decorre até 19 de julho, decorrendo antes do voto dois dias de reflexão e que permitem que os timorenses se desloquem para votar nos locais onde estão recenseados.

SAPO TL com Lusa

Também publicado em TIMOR AGORA 

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