segunda-feira, 9 de abril de 2018

De que horror os sírios foram libertados em Ghouta Oriental?

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Com o acordo com os jihadistas tendo finalmente sido alcançado em 8/4/2018 – após táticas protelatórias e uma nova tentativa de acusar o governo sírio de ataques químicos – a evacuação dos terroristas foi posta em prática e os reféns libertados. Aparentemente os reféns não seriam mais que 200 – contrariamente ao que alardeavam os terroristas, que entregaram ao governo listas com milhares de nomes – acredita-se que muitos reféns tenham sido executados ou não teriam suportado as condições da famosa prisão de Tawba (prisão do “arrependimento”).

O pesadelo em Ghouta Oriental foi finalmente encerrado, tanto para os damascenos do interior quanto para os da capital.

Segue abaixo a tradução de sequência de tweets do jornalista Hadi Nasrallah (@HadiNasrallah), descrevendo os horrores do massacre de Adra e da tomada daquela cidade pelos “rebeldes sírios” apoiados pelo ocidente.

Em 11 de dezembro de 2013, a cidade industrial de Adra, localizada ao norte de Ghouta Oriental no interior de Damasco, foi selvagemente atacada por islamistas do grupo “rebelde” Jaysh Al Islam (exército do Islã) – chefiados por EUA/Reino Unido/Arábia Saudita – e pela frente Al Nusra (Al Qaeda na Síria), financiada pelo Catar.

Terroristas atacaram aos milhares, o que facilitou a conquista de postos de controle e a ocupação da cidade. Assim que controlaram a área, os terroristas jihadistas iniciaram uma carnificina e decapitaram civis, dos quais muitos eram mulheres e crianças. Lembrem-se de que isso foi durante a era “pacífica”.

Testemunhas disseram que pessoas, incluindo crianças, foram queimadas vivas em fornos pelos “rebeldes”, após a tomada de uma grande panificadora, simplesmente por serem alauitas! Radicais apoiados pelo ocidente alvejaram civis por motivos sectários, matando dezenas de alauitas, druzos, cristãos e xiitas.

Os atos dos “rebeldes” contra os civis foram tão medonhos, que alguns não esperaram pelos assassinos para que matassem suas famílias a sangue frio. Então uma família de 4 optou pelo suicídio usando granadas, quando os terroristas chegaram à sua porta. O pai chamava-se Nizar Hassan.

Acredita-se que o número de mortos do massacre de Adra esteja entre 90 e 300 mártires. Valas comuns estão sendo encontradas em Adra, com muitos corpos de crianças. Famílias inteiras foram assassinadas. Após os “rebeldes” continuarem os assassinatos até o dia seguinte, milhares de civis foram sequestrados.

Mulheres foram estupradas e forçadas a faxinar para os terroristas. Homens foram forçados a cavar túneis para que os radicais pudessem se esconder e tanto mulheres quanto crianças foram pontualmente  enjaulados nos topos de prédios em Douma, para servirem de escudos humanos contra possíveis ataques do Exército.

Acredita-se também que dúzias dos sequestrados tenham sido mortos pelos jihadistas com armas químicas para culpar o governo sírio. Não fiquem surpresos. Os mesmos “rebeldes” enviaram uma menina de 7 anos e sua irmã de 9, para conduzirem um ataque suicida em Damasco em 2016.

4 anos depois, graças ao Exército Sírio, o exército do povo, civis sequestrados em Douma finalmente foram libertados. Algumas das crianças têm 4 anos de idade, tendo sido tomadas de suas famílias com meses de idade.

Com Ghouta Oriental completamente libertada e seus cidadãos sírios finalmente livres do terrorismo global e reunidos às suas famílias, Damasco deve finalmente descansar e o sírios nunca estiveram tão felizes e aliviados.

Vocês se importam com estes sírios? Onde estão as suas lágrimas de crocodilos agora, “humanistas”? Vocês deveriam se envergonhar por não saberem dessas pessoas até agora.

#HandsOffSyiria [Tirem as mãos da Síria]

Oriente Mídia | com fotos no original
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