segunda-feira, 1 de maio de 2017

GOVERNO DE PASSOS COELHO AUMENTOU O EMPREGO… RECOMENDANDO “EMIGREM!”

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O individuo é conhecido por ser provido de mau-caráter e um ator que com as suas encenações tem conseguido ascender a alguns lugares cimeiros na política, mas já teve o seu tempo, quase já nada resulta devido ao descrédito que atingiu por mentir descaradamente aos portugueses. Mas não só o seu caráter de mentiroso compulsivo acentuou a sua irradiação da possibilidade de voltar a vencer eleições e regressar a ser governo, as políticas impostas quando exerceu o cargo de primeiro-ministro por quatro anos visaram empobrecer ainda mais os mais pobres e a classe média, proporcionando benesses inconcebíveis aos que possuem fortunas abastadas, aos que têm mérito na arte de colocar milhares de milhões de euros em offshores e assim participarem na evasão de capitais que seriam muito úteis ao investimento em Portugal. O seu nome é Passos Coelho, como é fácil de perceber.

Atualmente, Passos Coelho, suposto líder da oposição, desdobra-se em declarações e atividades que visam desacreditar o atual governo. Um governo que tem vindo a inverter as políticas por si implementadas quando foi primeiro-ministro. Inversão que está a resultar, tendo por resultados melhores índices de recuperação na economia, no desemprego, na reposição de medidas que repõem direitos aos trabalhadores. Direitos sonegados pelo governo de Passos Coelho sob o pretexto da “crise” de responsabilidade daqueles de que afinal ele demonstrou representar a defesa dos interesses. Concretamente na banca e uma elite conhecida com proveitos por ser detentora do grande capital, especulativo e tantas vezes desonesto.

Em declarações recentes Passos referiu-se ao desemprego - que o seu governo muito causou – como estar em recuperação durante a sua ação governativa. É o que ele tem a contrapor ao facto de o atual índice de desemprego ter descido para um digito, conforme dados fornecidos pela estatística. Sim, na vigência do governo de Passos, com Paulo Portas e Cavaco Silva a acompanharem, os índices de desemprego baixaram alguma coisa, talvez um ponto ou dois, mas o que ele não diz agora é que pela sua ação governativa o desemprego subiu quase a 20 por cento, tanto que Passos optou por sugerir arrogantemente que os portugueses emigrassem. O desemprego subiu tanto que muitos da classe média tiveram se viram espoliados das suas casas, que haviam comprado mas de que tinham entrado em incumprimento de pagamento. A vida de sobrevivência aflitiva e insuportável que Passos e as suas políticas impuseram aos portugueses visaram sempre o completo esbulho dos que menos tinham, em contrapartida uns quantos eleitos por si aumentaram as suas fortunas. A fome e a miséria foi para onde as ações governativas de Passos Coelho empurraram os portugueses, na sua maioria. Tudo isto sob o pano de fundo das mentiras que veio sempre propalando, exibindo a sua desonestidade política e intelectual com o maior dos descaramentos.

É assim que ainda hoje Passos faz a oposição ao atual governo. Desdobra-se em ameaças veladas do estilo que “vem aí o diabo” e o descalabro, que no governo dele foram decididas boas medidas, que no governo dele havia bons índices de recuperação económica e outros…

É evidente que Passos segue o conceito muito conhecido de que uma mentira para resultar tem de ter um pouco de verdade. É o seu método, para continuar a enganar os portugueses. É o seu método para encobrir a sua competência em miserabilizar os portugueses, em vender ao desbarato empresas nacionalizadas que davam lucro. É o seu método na vã tentativa de encobrir os seus métodos de roubar aos pobres para dar aos ricos. Modelo a que se pode chamar com pertinência o método anti-Robin dos Bosques. E esse é Passos Coelho. O tal que já vendeu gato por lebre e enganou os eleitores portugueses, o tal que continua ativamente a querer vender gato por lebre. Que fala ao estilo do que se pode considerar o canto do cisne. Passo já é um cadáver político, tal como Cavaco Silva e outros do mesmo jaez. Ao que parece só eles não se apercebem que estão em decomposição. Ou percebem mas não querem dar a entender que afinal a vinda do diabo que anunciam é para os levar para o inferno. Inferno que causaram a milhões de portugueses para vantagem só de uns quantos.

A seguir pode continuar a ler o que Passos Coelho, esse refinado mentiroso compulsivo, disse em Viana do Castelo, sobre o aumento do emprego. O que ele não diz é em quanto aumentou o desemprego com as sua ação governativa.

CT | PG

 Emprego aumentou com anterior governo. Quem diz o contrário é "ridículo"

O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje em Viana do Castelo que a tendência de diminuição da taxa de desemprego e do aumento da criação de emprego registou-se durante os anos do anterior governo.

"Quando olhamos para os dados do Instituto Nacional Estatística (INE), para medir o que se passou com o emprego e com desemprego, verificamos que de 2014 a 2016 a população empregada aumentou em cerca de 176 mil", referiu.

Passos acrescentou que "a população empregada, apenas em 2016, representou cerca de 32% deste valor o que significa que quase 70% desse emprego, criado desde 2014 até 2016, foi gerado até 2015".

Para o líder do PSD, que discursava perante cerca de 300 pessoas num jantar comemorativo do 1.º de maio, organizado pelos Trabalhadores Social-Democratas (TSD), "a população desempregada decaiu 282 mil pessoas".

"Quando olhamos apenas para o ano de 2016 esse ano deu um contributo de 26%, quer dizer de um quarto da baixa de desemprego que foi registada. Quase 75% do desemprego que caiu, caiu entre 2014 e 2015", sustentou.

Pedro Passos Coelho acusou o atual Governo de ser "ridículo" por ter outra leitura daqueles números.

"O ridículo que é alguém hoje quer fazer, às vezes até explicitamente, a afirmação de que é agora que o desemprego está a cair e que é agora, com esta nova solução de Governo, que o emprego cresce. Cresceu menos do que aquilo que cresceu nos dois anos antecedentes e decresceu, no caso o desemprego, bastante menos do que aquilo que decaiu nos dois anos anteriores", disse.

Passos Coelho disse também que "a prova dos bons resultados" da reforma laboral que o anterior governo" fez está na redução do emprego precário.

"O emprego que tem sido criado no novo quadro da legislação laboral, 70% é criado com contratos sem termo. A precariedade, que está mais associada a contratos a termo certo, representa cerca de 30% do emprego criado".

Disse que "ainda hoje há quem não se conforme com isso e quem ache que estes resultados não são bons, são maus e que, portanto, considera que o Governo ainda não está a fazer uma política suficientemente de esquerda enquanto não reverter esta reforma laboral".

"Apesar de amanhã (segunda-feira) ser 1º de maio e de ainda não ter havido uma greve geral, foi preciso chegar à véspera do 1º maio para que se pudesse ouvir uma ameaça de possível greve geral se o Governo não virar suficientemente à esquerda, imaginem. Quer dizer, se não reverter a reforma laboral que foi feita".

Passos adiantou que, "até hoje ninguém ouviu um pio" do Governo, apesar de questionado pela CGTP, sobre a possibilidade de ter "um compromisso com as associações patronais para não reverter a lei laboral".

"Não sei porquê. Porque o Governo pronuncia-se sobre quase tudo", frisou.

Sobre o descongelamento das carreiras na função pública, Passos Coelho alertou que o processo "custa imenso dinheiro", mas referiu que depois de ouvir a posição do Governo sobre o assunto ficou "com a ideia de que o Governo quer dar aos trabalhadores a ideia oposta", a de que o descongelamento das carreiras "só custa para o futuro, porque o tempo de congelamento não conta para nada".

"Se não conta para nada não sei porque não descongelam já? Se não tem custos? O princípio do descongelamento das carreias advém, justamente, do pressuposto de que no dia em que se descongelar tem que se reconhecer o tempo de serviço", frisou.

O líder do PSD voltou a falar da "guerra movida contra o Banco de Portugal e contra o governador do Banco de Portugal", acusando o PS e o Bloco de Esquerda de quererem "deitar a mão" às reservas do Banco de Portugal "não para pagar a dívida" do país mas para "repor rendimentos e, ao mesmo tempo, reduzir o défice, como se de um milagre se tratasse".

Lusa | Notícias ao Minuto

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