segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Portugal: HIPÓCRITA MOTA SOARES ANDA A BRINCAR À CARIDADEZINHA… PREOCUPADO

 


Números sobre o risco de pobreza em Portugal são "muito preocupantes" - Mota Soares
 
SIC - Lusa
 
O ministro da Solidariedade e Segurança Social considerou "muito preocupantes" os números revelados hoje pelo EUROSTAT que apontam para a existência de 2,6 milhões de portugueses em risco de pobreza ou de exclusão social.
 
À margem de uma visita à Misericórdia de Vila Verde, Braga, Pedro Mota Soares voltou a apontar como exemplo da atuação do Governo para "atenuar" os referidos números o reforço da linha de crédito disponível para instituições de solidariedade social, no âmbito do Plano de Emergência Social.
 
De acordo com o gabinete de estatística da União Europeia, em Portugal, no ano de 2011, estavam em risco de pobreza ou exclusão social 2,6 milhões de pessoas, o equivalente a 24,4% da população, abaixo dos 25,3% observados em 2010 e dos 26% em 2008.
 
"São números muito preocupantes mas nós sabemos que temos que atuar nesse sentido. Temos vindo a conseguir reduzir sistematicamente as taxas de pobreza em Portugal. Mas são números elevados", considerou Mota Soares.
 
Como medidas de combate a estes dados, o ministro relembrou o "reforço" de 100 milhões de euros da linha de crédito acessível a instituições de solidariedade, inscrita no Plano de Emergência Social, que passa agora a disponibilizar 150 milhões de euros.
 
Mota Soares voltou a apontar também o descongelamento das pensões mínimas e rurais como "extremamente importante" no combate à pobreza e para a "recuperação" do poder de compra de quem as aufere.
 
Segundo Mota Soares, "em 2011, no anterior Governo, quando se começaram a pedir sacrifícios aos portugueses até aos pensionistas com pensão mínima e rural foi exigido como sacrifício e estes viram as suas pensões serem congeladas".
 
Este congelamento, acrescentou, foi considerado "não aceitável" pelo Governo.
 
Com o mesmo objetivo, o governante relembrou ainda as alterações feitas no regime de acesso ao subsídio de desemprego.
 
"Majoramos o subsídio de desemprego para casais desempregados com filhos, baixamos o número de meses que é preciso trabalhar para aceder ao subsídio de desemprego de 15 para 12 meses" enumerou, completando com a criação de uma "prestação social de apoio para os trabalhadores independentes que trabalham mais de 80 por cento para a mesma empresa".
 
*Título PG
 

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