quinta-feira, 6 de junho de 2013

Passos diz não ter medo do resultado das autárquicas nem das europeias - com opinião

 

Lusa – Foto Miguel A. Lopes
 
O presidente do PSD e primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje não ter medo do resultado das eleições autárquicas, nem das europeias, dos portugueses, nem do seu julgamento.
 
Numa intervenção na sessão de apresentação do candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP à Câmara Municipal da Amadora, Carlos Silva, no dia em que passam dois anos desde as últimas eleições legislativas, o primeiro-ministro declarou-se orgulhoso do trabalho feito pelo Governo.
 
À entrada e à saída do auditório dos Recreios da Amadora, onde se realizou esta iniciativa, Passos Coelho foi apupado por cerca de uma dúzia de pessoas que estavam no passeio em frente ao edifício, ao mesmo tempo que outros o aplaudiram.
 
Junto ao local encontravam-se perto de duas dezenas de polícias, alguns dos quais cercaram as pessoas que gritaram palavras de protesto dirigidas ao primeiro-ministro, quando a sessão terminou.
 
MENTIROSO COMPULSIVO ATÉ SE JULGA E SE DIZ VALENTÃO - opinião
 
Passos quer ser o mentiroso sem medo, já que o General Sem Medo, Humberto Delgado, foi assassinado pela PIDE de Salazar. Deste mentiroso compulsivo para o General vai uma diferença abissal quando Passos diz que não tem medo de nada. Até porque o General era patriota e perseguia a justiça, a liberdade e a democracia, ao contrário de Passos e do seu Bando.
 
Sobre as basófias de Passos na Amadora recomende-se escutar os Sinais, de Fernando Alves, na TSF. Um audio intitulado A Noite do Karaoke.
 
Passos, mentiroso compulsivo, diz-se sem medo mas não é aquilo que vimos quando se faz rodear de dispositivos de segurança nunca antes vistos em Portugal. Aliás, nesse mesmo dia em que se deslocou à Amadora para se exibir destemido, ontem, a rua do edificio em que fez as declarações “sem medo” teve a circulação fechada. Uma rua que leva à estação dos comboios e ao comércio da Amadora que pela proibição de nela se transitar causou imensos incómodos aos que dela habitualmente se utilizam diáriamente.
 
Um estorvo na Amadora foi aquilo que Passos significou para os seus habitantes e passantes. Um estorvo é aquilo que Passos representa por ele e pelo seu governo, pelo seu regime de empobrecimento e desemprego, de miséria. Passos nem é um estorvo sem medo mas de tal mentiroso compulsivo já todas as basófias são de esperar. (Romano Prates – Redação PG)
 

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