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domingo, 25 de junho de 2017

Portugal | PASSOS É CADÁVER POLÍTICO, MORREU, E NEM SEQUER DÁ POR ISSO




Mário Motta, Lisboa

A Agência Lusa traz-nos o Coelho em notícias, via SAPO, com fotos (apesar de estarmos refartos de ver o salafrário). Ele não foi só o Coelho da Páscoa. Este Coelho perdurou por quatro anos nas várias Páscoas, Natais e todas as efemérides possíveis e imaginárias. Ele foi o descalabro de Portugal que usou à farta o conhecido slogan roubar aos pobres para dar aos muito ricos. Sim, é esse. Esse mesmo, esse tal Coelho que é Passos.

Figura tétrica que se mantém em maioral do PSD, Passos Coelho, dito líder da oposição ao governo de Costa, anda por aí em bicos de pés à caça de migalhas. Em bicos dos pés para ser reportado. Vai daí abre a boca por tudo e por nada. Diz então ele da Ministra da Administração Interna que  “Não vale a pena acenar com caça às bruxas nem desdramatizar - Passos”, e depois fala, fala… Mas não diz quase nada ou muito pouco. Sem valor. Sinónimo de que tem os dias contados no PSD, já que os dias de chefe de governo foram em boa hora extintos.

São duas as falas que aqui trazemos de tal salafrário (porque o é e há provas disso). A outra tem que ver com o grande salto de turismo que invade Portugal. Assim: Passos Coelho diz que muita da procura turística é temporária.

Aquele Passos, o Coelho, deve andar a ler La Palisse. Diz o óbvio sem que mereça sequer atenção dos portugueses. Porque é evidente que este grande salto no número de turistas que visita Portugal um dia abrandará. Não se sabe é quando. E certamente que por agora ainda vai aumentar. Acontece assim em todos os países, em todo o lado. E lá está o tipinho nefasto, politicamente desprezível, a pôr-se em bicos dos pés a dizer patacoadas. A pretender ser mau agouro. A dizer por outras palavras que vem aí o diabo e que os portugueses estão tramados mais tarde ou mais cedo.

Talvez o que ele queira dizer é que com ele em chefe do governo, se o voltassem a eleger, tudo será um mar de rosas para os portugueses. Só falta aqui um pormenor: para quantos portugueses é que será o mar de rosas. Para os do costume, já sabemos. Para uns quantos, os da pandilha para quem Passos se afinca a roubar portugueses. Positivamente a roubar e a votar à miséria e à fome milhares de famílias.

Este Passos é um destemido, por ser tão descarado e considerar que ainda é possível voltar a enganar os portugueses. Outro pormenor: Passos é um cadáver político, um zumbi que teima em não se passar para o lugar dos mortos, em aceitar a realidade. Passos morreu e nem sequer dá por isso, nem alguns dos seus correlegionários do PSD.

De tão morto nem merecia todas estes parágrafos, que só existem por distração ou talvez também por esperança de que o salafrário que tanto nos mentiu e fez passar fome, leia e tome conhecimento do seu estado de entrada legítima em féretro (caixão) político. Que é para onde devem ir os cadáveres da sua condição.

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