sábado, 21 de abril de 2018

EUA | ENTRE REPUBLICANOS E DEMOCRATAS VENHA O DIABO E ESCOLHA

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A conclusão inevitável é que os EUA não são um bom exemplo para nenhum povo nem para nenhum país e que a democracia que é objecto de uma propaganda doentia é falsa e visa ocultar a corporação de malfeitores e gentes sem escrúpulos que têm assento na Casa Branca, em Wall Street e nas principais corporações de grandes multinacionais, não sendo excluído neste rol de esquema criminoso muitas das alegadas ONG que operam pelo mundo e que objetivamente são pretexto de espionagem e interferência na política interna de imensos países, visando vantagens para os criminosos e corporativistas do regime norte-americano que nem sequer o povo norte-americano respeitam.

Dos alegados partidos Republicano e Democrata vamos descobrindo a sua podridão, remetendo-os para autênticas organizações criminosas que visam saquear não só nos EUA mas principalmente por todo o mundo. As eleições dos seus candidatos à presidência são prova das guerras intestinas entre os dois alegados partidos políticos, mas antes sindicatos de poderes e crime. Ora um, ora outro, ocupam a Casa Branca e de lá decidem quais os países que vão saquear, fomentando a guerra, a fome e doenças. As consequências mais graves têm sido a morte de milhões de cidadãos do mundo, para além de no próprio país se andarem a matar e roubar uns aos outros. Os EUA não são um país bom exemplo para ninguém enquanto associações criminosas como os pseudo partidos que dividem os poderes das suas corporações (ou seitas) perdurarem e dominarem o povo e o país. Entre republicanos e democratas venha o diabo e escolha.

Da Deutsche Welle retiramos texto elucidativo do que vem sendo amostra para o mundo o regime em que assenta a falsa democracia instalada nos EUA. Sabemos quanto foram complicadas as eleições entre George W. Bush e All Gore, outras eleições anteriores não foram tão transparentes quanto se exige numa verdadeira democracia, e assim tem acontecido ao longo de décadas porque o próprio sistema eleitoral norte-americano foi construído para que seja confuso e perfeitamente manipulável.

Atualmente temos as “complicações” da eleição de Trump para a Casa Branca na disputa com Hillary Clinton. Mais do mesmo, em que as verdades nunca sairão das sombras porque afinal são organizações de dois Al Capones gigantes a negociarem poderes, vantagens e muitas riquezas que os obrigam a fazerem pactos secretos e acordos de divisão do “bolo” entre si. Entre republicanos e democratas. E assim pouco ou quase nada saberemos sobre a verdade, sobre o regime criminoso e estruturalmente complicado que domina os EUA e grande parte do mundo. Sabemos que são sempre os povos as vítimas, os que muito, tudo ou quase tudo perdem, incluindo o povo norte-americano. (MM | PG)


Democratas processam campanha de Trump, Wikileaks e Rússia

Partido vê conspiração para prejudicar Hillary Clinton e favorecer campanha do magnata. Entre os acusados estão Donald Trump Jr., Jared Kushner, Paul Manafort e Julian Assange.

O Partido Democrata entrou nesta sexta-feira (20/04) com uma ação contra altos funcionários da campanha de Donald Trump, o Wikileaks e o governo da Rússia. A legenda os acusa de conspirar para interferir na eleição presidencial de 2016, o que teria prejudicado sua candidata, Hillary Clinton.

A queixa foi apresentada num tribunal federal em Manhattan, em Nova York, pelo Comitê Nacional Democrata (DNC). "Na campanha presidencial de 2016, a Rússia lançou um ataque contra a nossa democracia e encontrou um parceiro voluntário e ativo na campanha de Donald Trump", afirmou o presidente do DNC, Tom Perez. 

Segundo Perez, essa suposta aliança para aumentar as chances de um candidato ganhar as eleições foi um ato de traição sem precedentes na história dos Estados Unidos.

Os democratas afirmam ainda que Moscou informou a campanha de Trump sobre um ataque cibernético que realizou contra o DNC, o que levou à divulgação de informações, prejudicando a campanha de Hillary. Por causa dos danos causados ao sistema e à arrecadação de fundos, os democratas pedem uma indenização milionária.

Eles também acusam Roger Stone, um assessor próximo do republicano, de aparentemente ter conhecimento antecipado da intenção do Wikileaks de vazar essas informações sensíveis.

Entre os altos funcionários da campanha do republicano acusados pelos democratas estão seu filho Donald Trump Jr., seu genro Jared Kushner e Paul Manafort, que comandou a campanha.

O processo do Partido Democrata coincide com uma investigação independente, conduzida pelo promotor especial Robert Mueller, sobre a suposta interferência da Rússia nas eleições de 2016 e as possíveis ligações da campanha de Trump com o Kremlin.

Trump rejeita as acusações e nega que ele ou algum integrante de sua campanha tenha conspirado com a Rússia.

CN/efe/lusa/afp | Deutsche Welle


Ex-assessor de Trump se declara culpado por conspiração e perjúrio

Rick Gates, que trabalhou na campanha do presidente dos EUA, admitiu que mentiu para investigadores do FBI sobre atividades como lobista do governo ucraniano.

Um ex-assessor sênior da campanha eleitoral do presidente dos EUA, Donald Trump, se declarou culpado nesta sexta-feira (23/02) por conspiração federal e por ter prestado declarações falsas durante a investigação que apura suposta interferência da Rússia nas últimas eleições americanas.

Rick Gates, de 46 anos, era o segundo em comando na campanha. Segundo a imprensa americana, a declaração de culpabilidade pode ser o passo prévio para que ele aceite colaborar com a Justiça americana e poder negociar uma redução da pena.

Segundo os documentos judiciais, Gates enfrentaria uma pena de entre 57 e 71 meses, mas o procurador especial que cuida da investigação envolvendo os russos, Robert Mueller, poderia pedir sua diminuição, caso se confirme sua colaboração.

Na quinta-feira, Gates e seu ex-sócio Paul Manafort – que também trabalhou na campanha de Trump – foram alvos de novas denúncias, desta vez por  fraude e evasão fiscal e ocultamento de contas bancárias no exterior.

Essa nova rodada de acusações contra Manafort e Gates, no entanto, não é diretamente relacionada com a campanha de Trump ou com alguma suspeita de que eles teriam colaborado com o governo russo para interferir no resultado da eleição. Os dois são acusados de liderar um lobby secreto em Washington em nome de interesses do governo ucraniano e posteriormente de ocultar milhões de dólares em pagamento pelos serviços. À época do lobby, a Ucrânia era governada por Viktor Yanukovych, um aliado da Rússia. 

As suspeitas sobre o lobby acabaram surgindo durante a investigação do procurador Mueller sobre a suposta interferência russa no pleito presidencial. Gates admitiu ter mentido ao FBI, a polícia federal americana, quando perguntando sobre um encontro que teve em 2013 com um político americano em que o tema Ucrânia foi discutido. Segundo documentos, ele teria dito inicialmente que o país do Leste Europeu não foi mencionado.

Após a admissão de culpa de Gates, Manafort, seu ex-sócio, declarou que não pretende fazer o mesmo. "Continuo a manter minha inocência", disse Manafort. "Eu esperava e tinha a esperança que meu colega de negócios tivesse tido força para continuar a batalha para provar nossa inocência. Por motivos ainda não conhecidos, ele escolheu fazer o contrário.”

Deutsche Welle

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