sexta-feira, 6 de julho de 2018

Macau | Festival de Cinema China e Países Lusófonos já começou

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Festival de Cinema quer ser “plataforma de intercâmbio” entre a China e os países de língua portuguesa

Conta com 24 filmes nas línguas chinesa e portuguesa e estende-se até 13 de Julho o Festival de Cinema entre a China e os Países de Língua Portuguesa. Na cerimónia de inauguração do evento, que ontem decorreu, Mok Ian Ian, presidente do Instituto Cultural, afirmou que o festival pretende ser uma “plataforma de intercâmbio da cultura cinematográfica entre a China e os países de língua portuguesa”. 

Arrancou ontem a primeira edição do Festival de Cinema entre a China e os Países de Língua Portuguesa, inserido no Festival de Artes e Cultura entre a China e os Países de Língua Portuguesa – Encontro em Macau. “A Ira do Silêncio”, do realizador chinês Xin Yukun, foi o filme escolhido para inaugurar a mostra, no Centro Cultural de Macau. No seu discurso, a presidente do Instituto Cultural, Mok Ian Ian, afirmou que, com o festival de cinema, “o público vai ter um conhecimento profundo sobre a tendência do desenvolvimento cinematográfico da China e dos países de língua portuguesa”.

O Festival de Cinema entre a China e os Países de Língua Portuguesa estende-se até ao próximo dia 13 de Julho, com um total de 24 filmes a serem projectados no Centro Cultural de Macau e na Cinemateca Paixão. O evento divide-se em três partes – Filmes em Chinês, Filmes em Português e Imagem Macau – e, segundo afirmou Mok Ian Ian, visa “estabelecer uma plataforma de intercâmbio da cultura cinematográfica entre a China e os países de língua portuguesa”.

Assim, para o segmento das películas em língua chinesa foram escolhidos “Livre e Fácil”, de Geng Jun, “Velho Animal”, de Ziyang Zhou, e “A Feiticeira Viúva”, de Cai Chengjie, entre outros. “Tabu”, de Miguel Gomes, “A Fábrica de Nada”, de Pedro Pinho, e “Aquarius”, de Kleber Mendonça Pinho, compõem a secção em língua portuguesa. Imagens Macau engloba “Cidade Progressiva e Monumental”, de Antunes Amor, “Macau, Jóia do Oriente”, de Miguel Spiguel, e “Cidade do Nome de Deus”, de Ricardo Malheiro. As versões restauradas de “Douro, Faina Fluvial” e “Aniki-Bóbó”, do cineasta português Manoel de Oliveira irão encerrar o festival.

O Festival de Cinema entre a China e os Países de Língua Portuguesa insere-se no Encontro em Macau, que inclui outros quatro eventos: a exposição “Chapas Sínicas – Histórias de Macau na Torre do Tombo, um serão de espectáculos entre a China e os países de língua portuguesa, um fórum cultural entre a China e os países de língua portuguesa e uma exposição anual de Artes entre a China e os Países de Língua Portuguesa. Mok Ian Ian explicou que o Festival de Artes e Cultura entre a China e os Países de Língua Portuguesa foi criado “para transmitir as essências culturais seculares entre a China e os países de língua portuguesa”.

Catarina Vila Nova | Ponto Final 
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