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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Portugal. PR PSEUDO-DEMOCRATA NÃO QUER REFERENDAR A PSEUDO-UNIÃO EUROPEIA




Mário Motta, Lisboa

A direita, os porteiros e mordomos do neoliberalismo-fascista, estão a acelerar a queda do governo. Entre eles está Marcelo Rebelo de Sousa. O PR está a ganhar balanço para dar p’ra trás ao governo de Costa, governo apoiado pela esquerda parlamentar. Os indícios são variados.

Sendo alegadamente democrático o PR deve recordar-se que não perguntaram aos portugueses se realmente queriam aderir à então CEE, hoje a dita União Europeia. Nem foi feito referendo ao tratado de Maastricht, etc. Certo é que Portugal tem vindo a perder soberania e anda ao sabor das exigências de uma pseudo União Europeia que mais não faz que servir os interesses da alta finança global, das corporações do 1%, em detrimento dos países e dos povos – principalmente os do sul da Europa. Esta é uma evidência quase todos os dias manifestada pelos que detêm os poderes na pseudo União. Muitos deles nem sequer eleitos pelos eleitores em sufrágio direto e democrático.

O desagrado e descrédito na pseudo União Europeia revela-se estrondosamente nas eleições para a mesma. A abstenção em Portugal é enorme, superior a 60 por cento. Noutros países europeus acontece exatamente o mesmo. Não será isso um indício categórico de negação a pertencer à UE? Uns dizem que sim, outros que não.

Assim sendo só existe um modo de clarificar a situação sem sobras de dúvidas: um referendo aos portugueses.

Por tal não se compreende que o PR, tão “aberto”, tão “democrático”, tão português, tão tanta coisa do melhor, não aceite a realização de um referendo sobre a integração de Portugal na União Europeia… ou não.

Fazer o referendo custa dinheiro. Pois. Então urge começar a cortar nas reformas douradas, nos vencimentos dourados de gestores e restante pandilha, nos subsídios e outras subvenções douradas que os dos poderes e das ilhargas douradas recebem sem que se justifique e até sejam imorais. Cortar nas mordomias também é importante. A democracia de facto exige-o. Ora, ora. Pois.

Marcelo diz que não a isso tudo. E do referendo sobre pertencer ou não à UE finca o pé. O democrata. Aliás, um mascarado de democrata. Ou democrata ma non tropo. Só porque assim é teme atos democráticos e escorreitos que diz serem “inadmissíveis”.

A vida custa, Costa. Vá de dar cabeçadas nas suas próprias convicções pseudo-socialistas e de laivos centro-direita. E Marcelo não é flor que se cheire. O populismo do PR esvanece quando ele mostra a sua raça. E todos sabemos que a cor da raça de Marcelo é antagónica a certos preceitos e exigências da preservação de uma sociedade democrática. Consultar os portugueses sobre os que os estão a invadir, a aniquilar, a explorar, a subjugar, a pretender iludir, é “inadmissível” – no entender de Marcelo Rebelo de Sousa, PR. O tal de que a D. Micas, anciã octogenária, dizia: “É tão bonzinho para o povo. Tão simpático. Tão patriota. Tão simples. Tão justo…” Pois. Vamos ver como vai ser.

O “democrata” Marcelo Rebelo de Sousa está à vista e a desnudar-se. O tempo comprovará que a sua máscara está a esfarelar-se. Começaram os tempos dos desenganos para os que se têm deixado enganar. Lá virá o tempo em que veremos que o PR vai nu e não corresponde à figura que pensaram ser, tal qual aconteceu com Cavaco Silva. Eis Marcelo, um pseudo-democrata a defender a pseudo-União Europeia dominada pela sua família política neoliberal-fascista. (MM / PG)

Marcelo. Seria "inadmissível" referendo em Portugal sobre "pertença à Europa"

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje inadmissível a realização em Portugal de um referendo sobre a pertença à União Europeia (UE) ou a vinculação a tratados ou pactos celebrados no quadro europeu.

Na abertura da 'Grande Conferência Europa' do Diário de Notícias, no Pátio da Galé, em Lisboa, o chefe de Estado defendeu que "a resposta só pode ser mais Europa, e não menos Europa", e considerou um erro "as aventuras referendárias que pululam sobre os temas mais variados, como a organização constitucional dos Estados ou a questão dos refugiados" noutros Estados-membros da UE.

"Ou, por maioria de razão, o que seria uma aventura referendária nomeadamente em Portugal, e por isso inadmissível para o Presidente da República, seja um referendo sobre a pertença à Europa ou um referendo sobre a vinculação a tratados ou pactos celebrados no quadro europeu", acrescentou.

Lusa, em Notícias ao Minuto

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